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Publicação

Inseparabilidade

dc.contributor.advisorTamen, Miguel, 1960-por
dc.contributor.authorAlmeida, Ana Djaimilia dos Santos Pereira de, 1982-por
dc.date.accessioned2012-03-28T11:06:05Z
dc.date.available2012-03-28T11:06:05Z
dc.date.issued2012
dc.descriptionTese de doutoramento, Estudos Literários (Teoria da Literatura), Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2012por
dc.description.abstractEsta dissertação pretende salvaguardar a noção de ‘agência’ posta em causa pelo argumento fatalista de que tudo o que fazemos e nos acontece está pré-determinado e de que, como tal, certas finalidades nos estão vedadas a priori. Para isso, analisa-se a ideia de que uma pessoa é inseparável da própria vida, tentando definir o critério à escala do qual são definidas as nossas finalidades. Testa-se depois a hipótese segundo a qual não é possível descrever a priori um impedimento à prática das virtudes a que Hume chamou “artificiais”. Se perdermos de vista o critério definido pela importância daquilo de que cada um é inseparável, e se confundirmos aquilo que as pessoas podem fazer com o que devem fazer, esta hipótese conduz-nos, porém, a uma posição nos termos da qual não somos capazes de compreender com justiça as razões, ou as finalidades, de um agente. Tal critério de inseparabilidade, argumentar-se-á por fim, constitui a medida de justiça e verdade na consideração das finalidades de uma pessoa na qual tem de se basear uma resposta ao fatalismo.por
dc.description.abstractThis dissertation aims to rescue the notion of ‘agency’ from the fatalist claim that everything one does, and everything that happens in a lifetime, is predetermined; and that certain ends are therefore beyond one’s reach. To this effect, we will examine the idea that a person is inseparable from her own life. Then we will test the hypothesis according to which no a priori impediment is relevant to the practice of the virtues Hume calls “artificial”. If we lose sight of the importance of those things from which each person is inseparable, and if we confuse what a person can do with what she ought to do, we will find ourselves in a position from which an agent’s reasons, or ends, will not be fully understood. The acknowledgement of inseparability, from which springs our response to fatalism, is what allows our considerations about people’s ends to become truthful and just.en
dc.description.sponsorshipFundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT)por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/5781
dc.language.isoporpor
dc.subjectTeses de doutoramento - 2012por
dc.subjectVida
dc.subjectDestino e fatalismo
dc.subjectAgente (Filosofia)
dc.subjectValores (Filosofia)
dc.titleInseparabilidadepor
dc.typedoctoral thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typedoctoralThesispor

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