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Conclusão: tendências críticas da digitalização e da liberalização dos media para o jornalismo português

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Os estudos desenvolvidos nos capítulos anteriores procuram contribuir para dar resposta às questões de fundo da investigação que organiza este livro: como está o jornalismo a ser afetado pelo processo de hegemonia digital dos media e como considerá-lo neste quadro como entidade cultural das sociedades democráticas? Que instituições, normas, processos e atores têm vindo a produzir-se no jornalismo e na informação e que fatores estão a formá-los? De que modo é que as novas instituições de media, com as suas estruturas de recursos, prescrições e atores, estão a moldar as expectativas e práticas de produtores e consumidores de media? Como abordar o jornalismo português na sua relação com o processo em curso de hegemonia digital? O objetivo é concorrer para o entendimento refl exivo das consequências da viragem digital e neoliberal nos media e no jornalismo.

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Contexto Educativo

Citação

Garcia, J. L., Martinho, T. D. (2020). Conclusão: tendências críticas da digitalização e da liberalização dos media para o jornalismo português. In Garcia, J. L. (coord.), Martinho, T. D., Cunha, D. S. da, Ramalho, J., Alves, M. P., Matos, J. N., Graça, S. M. (Eds.), O choque tecno-liberal, os media e o jornalismo: Estudos críticos sobre a realidade Portuguesa, pp. 323-348. Lisboa: Almedina

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