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Orientador(es)
Resumo(s)
Therapy for acute lymphoblastic leukemia (ALL) in pediatric age is an example of success in oncology and is associated with high cure rates. However, there are still many children and adults who relapse or have primarily refractory disease, most of them have resistant disease. The application of “pediatric inspired” chemotherapy regimens to adults who tolerate, improve outcomes in this population. Beyond allogenic hematopoietic stem cell transplantation, investigation of new therapies for ALL directed at specific molecular targets is considerable and new pharmacologic agents are arising. These include: the use of tyrosine kinase inhibitors in Philadelphia chromosome positive ALL as well as its potential use in a recently identified subtype of the disease – Philadelphia-like ALL; and immunotherapy that appears in this context through the use of monoclonal antibodies, such as blinatumomab (recently approved by EMA and FDA), as well as the infusion of genetically modified T cells – CAR T cells. A better knowledge of T phenotype ALL biology, for which the aforementioned therapies do not reveal as promising, is essential – there is progress although disproportionate. New therapeutic options that, at present, are used only as rescue therapy may be implemented in frontline regimens in a near future.
A terapêutica da leucemia linfoblástica aguda (LLA) em idade pediátrica é um exemplo de sucesso em oncologia e está associada a altas taxas de cura. Porém, há ainda muitas crianças e adultos que recidivam ou que apresentam doença primariamente refratária, sendo que a maioria tem doença considerada resistente. A aplicação de “regimes pediátricos” de quimioterapia a adultos que tolerem, leva à obtenção de melhores resultados nesta população. Além do transplante alogénico de células estaminais hematopoiéticas, a investigação de novas terapêuticas para a LLA dirigidas a alvos moleculares específicos é considerável e novos fármacos surgem. Destacam-se: a utilização de inibidores tirosina cinase na LLA Philadelphia+ bem como o seu potencial num subtipo recentemente identificado da doença – LLA Philadelphia-like; e a imunoterapia que se afirma também neste contexto através da utilização de anticorpos monoclonais como o blinatomumab (recentemente aprovado pela EMA e FDA) bem como a infusão de células T geneticamente modificadas – CAR T cells. O melhor conhecimento da biologia da LLA de fenótipo T, para a qual as terapêuticas supramencionadas não se revelam muito promissoras, é essencial - há avanços, apesar de desproporcionais. Novas opções terapêuticas que atualmente são utilizadas apenas na terapêutica de resgate poderão ser implementadas nos regimes iniciais num curto prazo.
A terapêutica da leucemia linfoblástica aguda (LLA) em idade pediátrica é um exemplo de sucesso em oncologia e está associada a altas taxas de cura. Porém, há ainda muitas crianças e adultos que recidivam ou que apresentam doença primariamente refratária, sendo que a maioria tem doença considerada resistente. A aplicação de “regimes pediátricos” de quimioterapia a adultos que tolerem, leva à obtenção de melhores resultados nesta população. Além do transplante alogénico de células estaminais hematopoiéticas, a investigação de novas terapêuticas para a LLA dirigidas a alvos moleculares específicos é considerável e novos fármacos surgem. Destacam-se: a utilização de inibidores tirosina cinase na LLA Philadelphia+ bem como o seu potencial num subtipo recentemente identificado da doença – LLA Philadelphia-like; e a imunoterapia que se afirma também neste contexto através da utilização de anticorpos monoclonais como o blinatomumab (recentemente aprovado pela EMA e FDA) bem como a infusão de células T geneticamente modificadas – CAR T cells. O melhor conhecimento da biologia da LLA de fenótipo T, para a qual as terapêuticas supramencionadas não se revelam muito promissoras, é essencial - há avanços, apesar de desproporcionais. Novas opções terapêuticas que atualmente são utilizadas apenas na terapêutica de resgate poderão ser implementadas nos regimes iniciais num curto prazo.
Descrição
Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2016
Palavras-chave
Leucemia-linfoma linfoblástico de células precursoras Terapêutica Transplante de células esstaminais hematopoéticas Hematologia
