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Publicação

Estratégias para redução e valorização de co-produtos de uma indústria hortofrutícola

dc.contributor.advisorAbreu, Marta Maria Nogueira
dc.contributor.advisorMartins, Margarida Moldão
dc.contributor.authorRaimundo, Délio Dias
dc.date.accessioned2019-05-15T09:55:41Z
dc.date.available2021-06-01T00:30:15Z
dc.date.issued2018
dc.descriptionMestrado em Engenharia Alimentar - Instituto Superior de Agronomiapt_PT
dc.description.abstractO desperdício alimentar é problemático face ao crescimento da população demográfica, à escassez de recursos naturais e ao impacto ambiental. As principais estratégias de combate passam pela implementação de políticas de gestão e valorização de resíduos agro-industriais. Neste propósito, efectuou-se o levantamento do desperdício gerado numa empresa de hortofrutícolas – produtos da IV Gama e para mercado in natura, onde são descartadas quantidades significativas de matéria vegetal, resíduos e subprodutos, respectivamente. Foi efectuado o levantamento documental dos quantitativos gerados, a caracterização e a identificação dos respectivos circuitos de escoamento. Na produção de IV gama, constataram-se valores de quebra, de cerca de 40%, cuja valorização actual associa fraco retorno económico. A redução do volume de resíduos pelo aumento da eficiência dos processos tecnológicos e o encaminhamento dos mesmos para a produção de energia renovável, avizinham-se como estratégias adequadas, face à natureza perecível e aos elevados níveis de contaminação. Por outro lado, cerca de 10 a 20% do total de matéria-prima laborada para mercado em fresco é desviada para destinos de valor económico reduzido. Estes subprodutos apresentam maior estabilidade fisiológica/bioquímica do que os resíduos e, em consequência, o potencial bioactivo associado permite encará-los como ‘novas matérias-primas/ingredientes’. Assim, conjecturam-se como vias de valorização, a sua utilização no desenvolvimento de novos produtos e/ou como matrizes para extracção de compostos bioactivos. Os subprodutos que não reúnam características edíveis (frutos e tubérculos contaminados) poderão ser canalizados para a produção energética em complemento dos resíduos. Os custos associados às diferentes propostas alternativas são ainda elevados face aos imputados na gestão tradicional destes materiais, obrigando a um faseamento temporal na respectiva implementação. Salienta-se por fim que o desenvolvimento de novas linhas de produção de alimentos e tecnologias de extracção inovadoras, encontram-se ainda em fases incipientes exigindo um contínuo esforço de colaboração entre a investigação e a indústriapt_PT
dc.description.versionN/Apt_PT
dc.identifier.citationRaimundo, D.D. - Estratégias para redução e valorização de co-produtos de uma indústria hortofrutícola. Lisboa: ISA, 89 p.pt_PT
dc.identifier.tid203652371
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/17826
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherISA/ULpt_PT
dc.subjectresíduospt_PT
dc.subjectsubprodutospt_PT
dc.subjectestratégias de valorizaçãopt_PT
dc.subjecthortofrutícolaspt_PT
dc.subjectbioenergiapt_PT
dc.subjecteconomia circularpt_PT
dc.titleEstratégias para redução e valorização de co-produtos de uma indústria hortofrutícolapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.embargofctO trabalho experimental foi desenvolvido na empresa CAMPOTEC e integra dados que a empresa pretende manter sob sigilo.pt_PT
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT

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