Publicação
Phenacoccus madeirensis Green: monitorização em cafeeiro e interação com o parasitóide Anagyrus amnestos
| dc.contributor.advisor | Silva, José Carlos Franco Santos | |
| dc.contributor.advisor | Silva, Elsa Maria Borges da | |
| dc.contributor.author | Oliveira, José Maria Sarreira Nunes | |
| dc.date.accessioned | 2019-09-19T11:21:06Z | |
| dc.date.available | 2019-09-19T11:21:06Z | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.description | Mestrado em Engenharia Agronómica - Instituto Superior de Agronomia / UL | pt_PT |
| dc.description.abstract | O objetivo deste trabalho foi estudar a dinâmica de infestação de Phenacoccus madeirensis em cafeeiro, em estufa, e sua interação com o parasitoide Anagyrus amnestos. Procedeu-se à monitorização de cochonilhas-algodão, numa estufa do Centro de Investigação de Ferrugens do Cafeeiro, em Oeiras, entre setembro de 2016 e novembro de 2017. Foram colhidas amostras para determinação da taxa de parasitismo, por A. amnestos. A especificidade do parasitoide foi estudada, através de ensaios biológicos, sem escolha, em placa de Petri, expondo, durante períodos de 30 minutos, uma fêmea do parasitoide, previamente fecundada, a 10 fêmeas jovens ou 3º instares de uma de três espécies de cochonilhas-algodão: P. madeirensis, Planococcus ficus (Signoret) e Pseudococcus calceolariae (Maskell). Foram realizadas 40 repetições. A percentagem de plantas infestadas variou entre 0,6% e 56,9%. Foram identificadas três espécies de cochonilhas-algodão: Planococcus citri (Risso), P. madeirensis e Pseudococcus longispinus (Targioni Tozzetti). Planococcus citri foi a espécie mais frequente. Phenacoccus madeirensis foi a segunda espécie mais frequente. A taxa de parasitismo por A. amnestos variou entre 1% e 100%, com um valor médio de 19%. Anagyrus amnestos só parasitou P. madeirensis, tendo rejeitado como hospedeiros P. ficus e P. calceolariae. A proporção do tempo de procura do parasitoide representou cerca de 47%, no caso de P. madeirensis, em comparação com mais de 80%, em P. ficus e P. calceolariae. A percentagem de tempo de antenação também permite diferenciar a espécie hospedeira. No caso de P. madeirensis, este comportamento (6,5%) representou cerca de três a quatro vezes mais a percentagem de tempo alocado pelo parasitoide no caso da interação com P. calceolariae (2,1%) e P. ficus (1,5%), respetivamente | pt_PT |
| dc.description.version | N/A | pt_PT |
| dc.identifier.citation | Oliveira, J.M.S.N. - Phenacoccus madeirensis Green: monitorização em cafeeiro e interação com o parasitóide Anagyrus amnestos. Lisboa: ISA, 2019, 27 p. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 203624599 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.5/18354 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.publisher | ISA/UL | pt_PT |
| dc.subject | cochonilhas-algodão | pt_PT |
| dc.subject | Phenacoccus madeirensis | pt_PT |
| dc.subject | Anagyrus amnestos | pt_PT |
| dc.subject | luta biológica | pt_PT |
| dc.subject | cafeeiro | pt_PT |
| dc.title | Phenacoccus madeirensis Green: monitorização em cafeeiro e interação com o parasitóide Anagyrus amnestos | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
