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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O presente texto toma como fonte e objeto de estudo os periódicos de educação e ensino publicados sob a responsabilidade editorial do Ministério de Educação; considera, porém, uma especificidade que se prende com o próprio objeto da investigação: a de terem sido editados pelos serviços regionais do dito Ministério. Na verdade, a ideia é perceber – para uma temporalidade que se estende entre a década de 1980 e a seguinte, quando se começa a alterar o monopólio centralizador na definição das políticas educativas e no governo das escolas – que ajustes são observados no processo de governação. Não se trata, no fundamental, de perscrutar de que forma o Ministério da Educação constrói, a partir do centro, um discurso educativo. Trata-se, sim, de seguir a agenda da administração educativa regional. É aqui útil o conceito de territorialidade educativa, traduzindo a adaptação do sistema educativo a diferentes públicos e a realidades heterogéneas (Cruz, 1997). Em linha com a investigação de Luís Miguel Carvalho e Jorge do Ó (2009, p. 190), valorizo o princípio de que a imprensa de educação e ensino “pode ser problematizada como parte de um processo de construção de arenas especializadas na mediatização do conhecimento educacional”.
Descrição
Palavras-chave
Imprensa de educação e ensino
Contexto Educativo
Citação
Silva, C. M. (2018). Imprensa de educação e ensino tutelada pela Administração Educativa Regional Portuguesa (anos de 1980-1990). In J. M. Hernandez Diaz (Ed.), La Prensa pedagógica de los profesores (pp. 491-502). Salamanca: Ediciones Universidad de Salamanca.
