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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O presente texto articula leituras e discussões sobre os deslocamentos dos chamados “loucos” em diferentes espaços no período medieval e no período moderno. Para tanto, recorremos a Foucault e Certeau, além de poetas que dramatizam a loucura nos diferentes momentos históricos. A partir de imagens/narrativas poéticas e, sobretudo, dramatúrgicas, procuramos contextualizar a loucura e aprofundar suas relações no imaginário social, pondo em destaque os processos de afastamento social dos “loucos”, tanto os deslocamentos nas naus quanto o confinamento nos manicômios. Desse modo, observamos que a loucura é uma produção cultural e está intimamente relacionada à forma como os homens se organizam socialmente, pois a estrutura que emoldura o “louco”, a partir do Renascimento e, sobretudo, na modernidade, funciona mais para regular o “não louco”, isto é, para ordenar os comportamentos da sociedade vindoura.
Descrição
Palavras-chave
Manicómio Confinamento Nau dos loucos Deslocamentos Narrativa poética
Contexto Educativo
Citação
In: Convocarte, nº10 (set. 2020): Arte e loucura, p. 255-271
Editora
Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
