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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Este texto contribui para descrever a encruzilhada em que o ensino artístico se encontra no contexto global, apresentando com objetivos comparativos alguns dados da política educativa dos EUA, da América Latina e da União Européia. Coloca-se em discussão as tendências emergentes do discurso político e da ênfase que é dispensada na formação em ciências duras (STEM – Science, Technology, Engeneering and Mathematics). Nota-se que os discursos sobre a educação, à escala global, radicam nos conceitos associados à competitividade, ao crescimento econômico, ao empreendedorismo, ao combate ao desemprego, ao binômio I & D (investigação & desenvolvimento). Concretamente, como exemplo destes discursos, abordam-se as directivas centradas em metas transnacionais no quadro da União Européia, os programas do Congresso norte-americano, e as metas da Organização de Estados Ibero-Americanos, onde os objectivos no campo da Educação estão bem quantificados. Questiona-se, em termos mais concretos, se há um sacrifício da educação e do espaço para as humanidades em geral, e do espaço para a arte educação em particular, no domínio das políticas educativas transnacionais, colocando-se assim em evidência as trajetórias em oposição dos percursos nacionais, assim como a experiência e o investimento já feito, em termos históricos, em confronto com as linhas políticas deliberadas nos Fóruns internacionais
Descrição
Palavras-chave
Educação artística Política educativa Questões sociais Questões políticas Pedagogia Teoria da arte Criticismo
Contexto Educativo
Citação
In: Arte e ensino : propostas de resistência. - Lisboa, D.L. 2018, 163-177
Editora
Universidade de Lisboa, Faculdade de Belas-Artes, Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes
