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Publicação

Degradação da força de cadeias elastoméricas com e sem pré-estiramento: estudo comparativo

datacite.subject.fosCiências Médicas::Medicina Clínicapt_PT
dc.contributor.advisorJardim, Luís Filipe Almeida Silva
dc.contributor.authorFirmino, Ana Rita Casanova
dc.date.accessioned2016-12-27T15:58:46Z
dc.date.available2016-12-27T15:58:46Z
dc.date.issued2014
dc.date.submitted2014
dc.descriptionTese de mestrado, Medicina dentária, Universidade de Lisboa, Faculdade de Medicina Dentária, 2014pt_PT
dc.description.abstractO pré-estiramento das cadeias elastoméricas antes de serem aplicadas em tensão na cavidade oral tem sido sugerido como método para reduzir a perda de força inicial. No entanto, os estudos têm demonstrado resultados inconclusivos. Numerosos estudos anteriores avaliaram a degradação da força de cadeias elastoméricas, no entanto, até à data, apenas um estudo avaliou o declínio da força relativamente a diferentes mecânicas aplicadas na retração de caninos. Os objetivos deste trabalho foram estudar a força produzida por cadeias elastoméricas, simulando a retração de um canino, com e sem pré-estiramento instantâneo, utilizando dois sistemas biomecânicos ao longo do tempo. Para este trabalho foram usadas cadeias elastoméricas com 3 e 4 elos, que foram subdivididas em 3 grupos: um não sofreu pré-estiramento, outro foi estirado o dobro do seu comprimento e o último foi estirado o triplo do seu comprimento. Foram feitas medições da força dos espécimes num Instron em 6 tempos até às 6 semanas. No intervalo entre as medições as cadeias foram mantidas numa estrutura de acrílico mergulhada em água destilada, à temperatura de 37ºC, para simular o ambiente oral. Os resultados foram analisados com uma análise de variância, usando como fatores o tipo de cadeia, o grau de estiramento e o tempo decorrido. O nível de significância estatística foi fixado em 0,01. Nos resultados observou-se que o comportamento entre as cadeias de 3 e 4 elos ao longo do tempo foi semelhante (p>.0001), apesar a cadeia de 4 elos manter a força sempre ligeiramente superior (sem diferenças estatisticamente significativas). O comportamento entre o controlo e o estiramento 2x foi semelhante em todos os tempos (p>.0001). O estiramento 3x resultou inicialmente numa força inferior aos outros 2 grupos, não apresentando diferenças significativas em relação aos outros 2 grupos a partir da primeira semana.pt_PT
dc.identifier.tid201267810pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/25414
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectMateriais dentáriospt_PT
dc.subjectTeses de mestrado - 2014pt_PT
dc.titleDegradação da força de cadeias elastoméricas com e sem pré-estiramento: estudo comparativopt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Medicina Dentáriapt_PT

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