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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A presente dissertação pretende demonstrar como a carreira de Eduardo
Brazão é representativa daquilo que podemos designar como diplomacia cultural, sem
não esquecer toda a ação política que também desenvolveu. Para isso analisou-se um
conjunto de fontes que passam pela sua correspondência privada com vários
elementos da sociedade portuguesa, as cartas que trocou com os chefes de governo
António Oliveira de Salazar e Marcello Caetano, bem como os relatórios de posto e
outras fontes produzidas para o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Sendo o diplomata português também um reputado historiador e essa sua
faceta se misturar muitas vezes com a sua ação diplomática, é revista a sua extensa
produção bibliográfica no capítulo da História, bem como analisados os diferentes
períodos em que essa produção se pode integrar.
Pretende-se assim defender uma ideia de que a Cultura e a História, são dois
pontos indissociáveis na ação diplomática que Eduardo Brazão desenvolveu ao
serviço de Portugal.
