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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Primary neoplasms of the adrenal gland might represent more than 1-2% of all canine tumours and can originate various worrisome clinical presentations; hence why adrenalectomy is generally the treatment of choice. Identification of prognostic factors with occasional uncertainty or contradictions among different authors renders further investigations welcomed.
A retrospective study was conducted in 16 dogs undergoing adrenalectomy with the aim to describe the clinical features, surgical management and outcome.
Review of clinical records and interviews with owners and veterinarians involved were performed to register clinical variables, such as, signalment, relevant history, clinical signs, laboratory, imaging and surgical findings, histopathology results, and outcome. The median survival time was calculated through Kaplan-Meier estimate.
Intra- (92%) and postoperative (67%) complications, and perioperative mortality (31%) rates were comparable to recent studies; as was the median survival time (419 days), with 64% of long-term survivors living for more than 1 year, up to 3 years, approximately.
This case series emphasizes that if dogs survive the immediate perioperative period, long-term outcome is generally good with possibility of prolonged survival times, as local or distant tumour recurrence appears to be low. This study also promotes awareness of adrenal incidentalomas (25%) and emergency clinical presentations (19%). Outcome predictors such as age of patients with phaeochromocytomas, size of tumour, surgeon’s experience in dealing with caval invasion, presence of metastasis at surgery, acute adrenal haemorrhage, major intraoperative haemorrhage, and postoperative disseminated intravascular coagulopathy must be considered in the approach to these cases.
RESUMO - MANEIO CIRÚRGICO E RESULTADO APÓS ADRENALECTOMIA: UM ESTUDO RETROSPETIVO DE CASOS EM 16 CÃES (2008-2018). - Neoplasias primárias das glândulas adrenais poderão representar mais do que 1-2% de todos os tumores caninos e podem originar vários quadros clínicos preocupantes; e por isso é que a adrenalectomia é geralmente o tratamento de escolha. A identificação de fatores de prognóstico com incerteza ou contradições ocasionais entre diversos autores ditam que investigações adicionais sejam bem-vindas. Um estudo retrospetivo foi conduzido em 16 cães submetidos a adrenalectomia, para descrever o quadro clínico, maneio e resultado cirúrgico. Foi feita a revisão de historiais clínicos e entrevistas a donos e veterinários envolvidos de forma a registar variáveis clínicas como identificação do animal, historial relevante, sinais clínicos, achados laboratoriais, imagiológicos e cirúrgicos, resultados de histopatologia, e resultado. A mediana dos tempos de sobrevivência foi calculada através da estimativa de Kaplan-Meier. As taxas de complicações intra- (92%) e pós-cirúrgicas (67%), e de mortalidade (31%) foram comparáveis a estudos recentes; assim como o tempo mediano de sobrevivência (419 dias), com 64% dos sobreviventes a longo prazo a viveram por mais de 1 ano, até 3 anos, aproximadamente. Esta série de casos enfatiza que se os cães sobreviverem o período peri-cirúrgico imediato, o resultado a longo prazo é geralmente bom com possibilidade de tempos de sobrevivência prolongados, uma vez também que a taxa de recorrência local ou distante aparenta ser baixa. Este estudo promove também a consciencialização de incidentalomas das adrenais (25%) e de quadros clínicos de emergência (19%). Fatores de prognóstico tais como idade dos pacientes com feocromocitomas, tamanho do tumor, experiência do cirurgião em lidar com invasão da veia cava, presença de metástases na altura da cirurgia, hemorragia aguda adrenal, hemorragia intra-cirúrgica de maior importância, e coagulopatia intravascular disseminada pós-cirúrgica, devem ser considerados na abordagem a estes casos.
RESUMO - MANEIO CIRÚRGICO E RESULTADO APÓS ADRENALECTOMIA: UM ESTUDO RETROSPETIVO DE CASOS EM 16 CÃES (2008-2018). - Neoplasias primárias das glândulas adrenais poderão representar mais do que 1-2% de todos os tumores caninos e podem originar vários quadros clínicos preocupantes; e por isso é que a adrenalectomia é geralmente o tratamento de escolha. A identificação de fatores de prognóstico com incerteza ou contradições ocasionais entre diversos autores ditam que investigações adicionais sejam bem-vindas. Um estudo retrospetivo foi conduzido em 16 cães submetidos a adrenalectomia, para descrever o quadro clínico, maneio e resultado cirúrgico. Foi feita a revisão de historiais clínicos e entrevistas a donos e veterinários envolvidos de forma a registar variáveis clínicas como identificação do animal, historial relevante, sinais clínicos, achados laboratoriais, imagiológicos e cirúrgicos, resultados de histopatologia, e resultado. A mediana dos tempos de sobrevivência foi calculada através da estimativa de Kaplan-Meier. As taxas de complicações intra- (92%) e pós-cirúrgicas (67%), e de mortalidade (31%) foram comparáveis a estudos recentes; assim como o tempo mediano de sobrevivência (419 dias), com 64% dos sobreviventes a longo prazo a viveram por mais de 1 ano, até 3 anos, aproximadamente. Esta série de casos enfatiza que se os cães sobreviverem o período peri-cirúrgico imediato, o resultado a longo prazo é geralmente bom com possibilidade de tempos de sobrevivência prolongados, uma vez também que a taxa de recorrência local ou distante aparenta ser baixa. Este estudo promove também a consciencialização de incidentalomas das adrenais (25%) e de quadros clínicos de emergência (19%). Fatores de prognóstico tais como idade dos pacientes com feocromocitomas, tamanho do tumor, experiência do cirurgião em lidar com invasão da veia cava, presença de metástases na altura da cirurgia, hemorragia aguda adrenal, hemorragia intra-cirúrgica de maior importância, e coagulopatia intravascular disseminada pós-cirúrgica, devem ser considerados na abordagem a estes casos.
Descrição
Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária
Palavras-chave
dog adrenal gland tumour adrenalectomy incidentaloma rupture surgery cão tumor da glândula adrenal adrenalectomia incidentaloma rotura cirurgia
Contexto Educativo
Citação
Mariano, M. (2018). Surgical management and outcome following adrenalectomy : a retrospective case study in 16 dogs, 2008-2018. Universidade de Lisboa, Faculdade de Medicina Veterinária, Lisboa.
Editora
Universidade de Lisboa, Faculdade de Medicina Veterinária
