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Orientador(es)
Resumo(s)
O tempo constitui algo fundamental na nossa vida. Mas nós não sabemos o que o tempo é, nem somos capazes de perceber como este funciona. Porém, tendemos a defender que o tempo é algo dinâmico, que acontece no mundo físico e é independente de nós. Assim sendo, a passagem do tempo tem sido algo estudado tanto por filósofos, como físicos e psicólogos.
Ora, esta dissertação pretende demonstrar que na realidade não temos motivos para aceitar a teoria dinâmica do tempo em oposição à teoria estática. Adotando assim uma posição eternista do tempo, onde a passagem que experienciamos consiste apenas numa ilusão fenomenológica.
Para tal, a primeira parte desta investigação foca-se na questão “quão rápido o tempo passa?”. Procurando demonstrar que o facto de não podermos dar uma resposta coerente a esta questão consiste numa prova de que a passagem do tempo não é um fenómeno físico. Enquanto a segunda parte pretende demonstrar que esta suposta passagem trata-se de um fenómeno mental e subjetivo fortemente influenciado pelas nossas memórias e percepções.
