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Quinta e Palácio da Terrugem, em Paço d’Arcos: contributo para o seu estudo

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A Quinta da Terrugem de Baixo, inicialmente de produção agrícola e depois, cumulativamente, quinta de recreio, remonta ao início do século XVI. Da vasta área resta cerca de meio hectare. O edifício, actualmente designado Palácio da Terrugem ou Palácio Flor da Murta, resulta de seculares ampliações e alterações. Do conjunto há a destacar a fachada nobre, orientada a sul, exibindo singular loggia dupla. O piso térreo ostenta colunas quinhentistas com capitéis dissemelhantes, revestimento azulejar enxaquetado de colocação diversa da convencional, datável do início do século XVII, e lintéis ornamentados das portas de entrada principal e de acesso à capela. A capela, originalmente uma ermida de que haverá memória de culto desde pelo menos o ano de 1528, está adossada à edificação principal. O presente artigo tem como objectivos primordiais revelar alguns encantos deste elemento patrimonial oeirense raramente lembrado e também alertar para a importância do seu correcto uso e salvaguarda.

Descrição

Palavras-chave

Flor da Murta Loggia Palácio da Terrugem Reguengo de Oeiras Terrugem Caxias

Contexto Educativo

Citação

ANTUNES, Alexandra de Carvalho, «Quinta e Palácio da Terrugem, em Paço d'Arcos: contributo para o seu estudo», (ed. Amílcar Gil Pires) A Villa Renascentista –Arquitetura, Jardins e Paisagem. Visão Pluridisciplinar dos Espaços e Vivências da Quinta de Recreio de Conceção Renascentista, 2016, Caleidoscópio, p. 315-326. ISBN 978-989-658-377-4

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