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Publicação

Terapia fágica : situação atual

datacite.subject.fosCiências da Saúdept_PT
dc.contributor.advisorPimentel, Madalena Maria Vilela
dc.contributor.authorAugusto, Maria Telma Celerinda
dc.date.accessioned2018-08-23T09:42:17Z
dc.date.available2018-08-23T09:42:17Z
dc.date.issued2016
dc.date.submitted2016
dc.descriptionTrabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2016pt_PT
dc.description.abstractOs bacteriófagos, vírus que infetam bactérias, são as entidades biológicas mais abundantes na biosfera. Desde 1915, ano em que estes vírus foram descobertos, as suas potencialidades antimicrobianas tem sido objeto de estudo. Desde então a aplicação de bacteriófagos no tratamento de infeções bacterianas, terapia fágica, é prática comum em alguns países da Europa de Leste. De acordo com a literatura disponibilizada por estes países, a terapia fágica é extremamente eficaz no tratamento de infeções bacterianas, incluindo aquelas causadas por estirpes multirresistentes aos antibióticos. Todavia, a ausência de ensaios clínicos com os padrões regulamentares ocidentais dificulta a interpretação e extrapolação dos respetivos resultados. No Ocidente, inicialmente a terapia fágica foi recebida com grande entusiasmo, seguindo-se uma fase de ceticismo, promovida pelo desconhecimento da biologia dos bacteriófagos, e posteriormente de abandono, com o surgimento dos antibióticos. Recentemente assiste-se a um interesse renovado nesta terapia promovida pela necessidade de desenvolver alternativas terapêuticas à antibioterapia, dado o aumento de infeções causadas por bactérias multirresistentes. Comparativamente com a antibioterapia, a terapia fágica apresenta maior especificidade e eficácia, menor custo e maior capacidade de contornar a resistência bacteriana. Como tal, no futuro, esta terapia pode ser considerada como um complemento da antibioterapia, sobretudo no tratamento de infeções bacterianas multirresistência aos antibióticos.pt_PT
dc.description.abstractBacteriophages, viruses that infect bacteria, are the most abundant biological entity in the biosphere. Since 1915, the year in which these viruses were discovered, their antimicrobial potential has been studied. Since then the use of bacteriophages to treat bacterial infections, phage therapy, is common practice in some countries of Eastern Europe. According to the literature provided by these countries, the phage therapy is highly effective in treating bacterial infections including those caused by strains that resist multiple antibiotics (multidrug-resistant). However, the absence of clinical trials with Western regulatory standards makes it difficult to interpret and extrapolate their results. In the West, initially the phage therapy was received with great enthusiasm, followed by a phase of skepticism promoted by the ignorance of the bacteriophages biology, and afterwards there was an abandonment phase, with the advent of antibiotics. Recently we are witnessing a renewed interest in this therapy promoted by the need to develop alternative therapies to antibiotics, given the increase in infections caused by multidrug-resistant bacteria. Compared with antibiotics, phage therapy has greater specificity and efficacy, lower cost and greater ability to bypass the bacterial resistance. As such, in the future, this therapy can be seen as a complement of antibiotics, particularly in the treatment of bacterial infections multiresistant to antibiotics.pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/34556
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectAntibioterapiapt_PT
dc.subjectAntibióticospt_PT
dc.subjectBactérias multirresistentespt_PT
dc.subjectBacteriófagospt_PT
dc.subjectTerapia fágicapt_PT
dc.subjectMestrado Integrado - 2016pt_PT
dc.titleTerapia fágica : situação atualpt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsrestrictedAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Ciências Farmacêuticaspt_PT

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