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Orientador(es)
Resumo(s)
O Hospital do Desterro, situado na Colina de Santana, em Lisboa, foi desativado em 2007, depois de ter sido um hospital de referência no domínio das doenças venéreas e da dermatologia durante mais de 150 anos. O edifício, concebido como mosteiro da ordem de Cister, em fi nais do século XVI, transporta consigo vários séculos de história, mas cuja coerência arquitetónica, as suas múltiplas utilizações tenderam a diluir. Alvo de um recente projeto de reutilização multifuncional de habitação, turismo, lazer e saúde, depois de largas décadas de discussão sobre a inadequabilidade das instalações para uso hospitalar, o debate voltou-se para a salvaguarda do edifício, com novas funções, e para a defesa dos seus valores históricos e patrimoniais.
O presente estudo procura trazer novos dados históricos e novas leituras sobre o edifício do antigo Real Mosteiro de Nossa Senhora do Desterro, em particular para as duas últimas centúrias, enquanto as obras se mantêm suspensas e o seu futuro em aberto. [Apoio FCT (ref.UIDB/04189/2020)]
Descrição
Palavras-chave
Antigo convento Hospital Património histórico Salvaguarda Reutilização contemporânea
Contexto Educativo
Citação
Soares, Clara, Maria Neto, Ana Pascoal, e João da Cunha. 2020. «NOSSA SENHORA DO DESTERRO DE LISBOA: DEPOIS DE CONVENTO E HOSPITAL, QUE FUTURO»?. ARTis ON, n. 10 (Dezembro), 140-60. https://doi.org/https://doi.org/10.37935/aion.v0i10.273.
Editora
ARTIS - Instituto de História da Arte, Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa
