Publicação
Plantas autóctones em coberturas verdes: avaliação do desenvolvimento e valor estético vs. rega e tipo de substrato
| dc.contributor.advisor | Paço, Maria Teresa Afonso do | |
| dc.contributor.advisor | Espírito Santo, Maria Dalila | |
| dc.contributor.author | Anico, Adriana Filipa Lázaro | |
| dc.date.accessioned | 2017-03-22T15:26:52Z | |
| dc.date.available | 2017-03-22T15:26:52Z | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.description | Mestrado em Arquitetura Paisagista - Instituto Superior de Agronomia - UL | pt_PT |
| dc.description.abstract | As coberturas verdes trazem benefícios, tanto para o meio ambiente como para os edifícios e os seus habitantes. Em Portugal existem exemplos deste tipo de estruturas, onde é frequente o uso de espécies exóticas, apesar de espécies autóctones poderem ser utilizadas em sua substituição. Estas espécies apresentam vantagens como a resistência à secura e a promoção da biodiversidade, sendo também relevantes para a identidade de um local. Este estudo teve por objetivo analisar o comportamento de três espécies vasculares autóctones portuguesas - Lavandula stoechas L. subsp. luisieri (Rozeira) Rozeira, Rosmarinus officinalis L. e Brachypodium phoenicoides (L.) Roem. et Schult. - e de alguns briófitos autóctones - Neckera sp., Homalothecium sp., Brachythecium plumosum e Pleurochaete squarrosa - em diferentes substratos e sujeitas a dotações de rega diferenciadas. O estudo decorreu em dois dispositivos experimentais, um com plantas envasadas individualmente e outro em tabuleiros com o objetivo de simular diversos tipos de coberturas verdes. As plantas foram medidas e fotografadas durante um ano quantificando-se o crescimento e a evolução da área verde e da floração. Simultaneamente elaborou-se e aplicou-se uma escala de avaliação estética. Não houve diferenças significativas nas espécies vasculares quanto às inflorescências o que indica poder optar-se por uma dotação de rega menor sem prejudicar aquelas. Quanto aos briófitos, apenas a espécie Pleurochaete squarrosa sobreviveu, mostrando aptidão para fazer parte de uma cobertura verde nestas condições. Nas plantas envasadas verificou-se existir vantagem em utilizar um substrato técnico (S1), relativamente a um substrato mais próximo do solo local (S2). O braquipódio e o alecrim mostraram melhores resultados com rega mais reduzida, ao contrário do rosmaninho. Para os tabuleiros houve vantagem na utilização do substrato S2 e dotação de rega mais baixa. As plantas em cobertura e agrupadas suportaram melhor uma dotação de rega mais baixa, apresentando elevado valor estético. | pt_PT |
| dc.description.version | N/A | pt_PT |
| dc.identifier.citation | Anico, A.F.L. - Plantas autóctones em coberturas verdes: avaliação do desenvolvimento e valor estético vs. rega e tipo de substrato. Lisboa: ISA, 2016, 98 p., Anexos | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201845083 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.5/13399 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | coberturas verdes | pt_PT |
| dc.subject | rega | pt_PT |
| dc.subject | plantas autóctones | pt_PT |
| dc.subject | análise de imagem digital | pt_PT |
| dc.subject | avaliação estética | pt_PT |
| dc.title | Plantas autóctones em coberturas verdes: avaliação do desenvolvimento e valor estético vs. rega e tipo de substrato | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
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