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Ver de perto para enxergar ao longe: o pulsar da mudança social na Lisboa boémia do século XIX

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Resumo(s)

Integrando este meu texto uma publicação que conta com a participação de discentes de um doutorado em História – uma iniciativa louvável dos professores que criaram tão estimulante oportunidade para os seus alunos – começo por registar as circunstâncias que despontaram o meu interesse pela História e que de mim fizeram um aprendiz de historiador. Sempre recordo com particular agrado as disciplinas da área de História nos tempos em que frequentei o ensino básico e secundário. Mas só mais tarde me dei conta da relevância dos enquadramentos históricos para uma melhor compreensão do mundo em que vivemos. O meu interesse pela História avivou-se quando, ainda estudante universitário de Economia, constatei que os enfoques economicistas padeciam de uma miopia epistemológica quando não logravam enxergar as dimensões históricas dos fenómenos que procuravam analisar. Vivia-se então no rescaldo da Revolução dos Cravos ocorrida em Portugal a 25 de Abril de 1974, revolução que colocou fim à ditadura salazarista do Estado Novo [1933-1974] que, por sua vez, sucedera a um regime ditatorial decorrente de um golpe militar [1926-1933]. Movia-me uma curiosidade por desvendar as origens dessas ditaduras.

Descrição

Palavras-chave

Contexto Educativo

Citação

Pais, J. M. (2023). Ver de perto para enxergar ao longe: o pulsar da mudança social na Lisboa boémia do século XIX. In Edwar de Alencar Castelo Branco, Jaislan Honório Monteiro, Ana Karoline de Freitas Nery (Eds.), Acontecimento, linguagem e narrativa: a perspectiva dos estudos culturais na História, pp. 207-220. Teresina (Piauí): Cancioneiro

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