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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
As alterações climáticas que se fazem sentir no planeta devem-se em parte ao chamado
Efeito de Estufa, provocadas na sua grande maioria por emissões para a atmosfera de
gases provenientes da actividade humana, nomeadamente, actividades económicas.
Com o objectivo de combater estas alterações climáticas, foi assinado em 1997 o
Protocolo de Quioto à Convenção Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações
Climáticas, tendo a União Europeia e os seus Estados-Membros assumido o
compromisso de redução global de 8% das emissões de Gases com Efeito de Estufa,
relativamente aos valores de 1990.
Para cumprir este objectivo, a União Europeia aprovou a Directiva 2003/87/CE, e cada
Estado-Membro desenvolveu um Plano Nacional de Atribuição de Licenças de
Emissão, o que deu origem ao Comércio Europeu de Licenças de Emissão, com uma
fase piloto de 2005 a 2007, seguindo-se um segundo período de 2008 a 2012, dotando
os sectores afectados de um instrumento económico que lhes permita minimizar os
custos, afectando o menos possível a sua competitividade.
Na primeira fase, o Comércio Europeu de Licenças de Emissão irá abranger as emissões
de dióxido de carbono de centrais termoeléctricas, refinarias, fomos de coque,
siderurgias, as indústrias de cimento, cal, vidro, cerâmica, pasta e papel, bem como
todas as instalações de combustão de outros processos industriais com uma potência térmica nominal superior a 20 MW, onde se incluem algumas instalações da Indústria
Química.
Partindo de uma base de comparação estabelecida a partir de estudos publicados,
pretende-se com este trabalho avaliar potenciais impactos resultantes da
comercialização de licenças de emissão na Indústria Química portuguesa, analisando a
sua influência na estrutura de custos de produção marginal e total bem como potenciais
efeitos na competitividade e inovação.
The EartlTs climate changes are caused by the so called Greenhouse Gas Effect, which is caused by the atmospheric emission of gases generated by human activities, namely economic activities. With the purpose of climate change mitigation the Kyoto Protocol to the United Nations Framework Convention on Climate Change was signed in 1997. The European Union and its Member States agreed in an 8% reduction of Greenhouse Gases emissions compared to 1990 leveis. In order to achieve this goal, the European Union approved the 2003/87/CE Directive, and each Member-State developed a National Allocation Plan, thus originating the European Union Emission Trading Scheme. With a pilot phase running ffom 2005 to 2007, followed by a second phase ffom 2008 to 2012, the European Union Emission Trading Scheme provides an economic instrument to the sectors included, which helps them to minimize costs, affecting their competitiveness the least possible. In the pilot phase, the European Union Emission Trading Scheme will cover carbon dioxide emissions ffom power generators, oil refineries, coke ovens, iron and steel, cement, lime, glass, ceramics, and pulp and paper, as well as ali combustion plants with a rated thermal input of more than 20MW of capacity, including some installations of the Chemical Industry. By establishing a comparison baseline from published literature, this work seeks to assess potential impacts in the Portuguese Chemical Industry arising from emission allowances trading, analysing its influence in marginal production costs as well as the potential effects on competitiveness and innovation.
The EartlTs climate changes are caused by the so called Greenhouse Gas Effect, which is caused by the atmospheric emission of gases generated by human activities, namely economic activities. With the purpose of climate change mitigation the Kyoto Protocol to the United Nations Framework Convention on Climate Change was signed in 1997. The European Union and its Member States agreed in an 8% reduction of Greenhouse Gases emissions compared to 1990 leveis. In order to achieve this goal, the European Union approved the 2003/87/CE Directive, and each Member-State developed a National Allocation Plan, thus originating the European Union Emission Trading Scheme. With a pilot phase running ffom 2005 to 2007, followed by a second phase ffom 2008 to 2012, the European Union Emission Trading Scheme provides an economic instrument to the sectors included, which helps them to minimize costs, affecting their competitiveness the least possible. In the pilot phase, the European Union Emission Trading Scheme will cover carbon dioxide emissions ffom power generators, oil refineries, coke ovens, iron and steel, cement, lime, glass, ceramics, and pulp and paper, as well as ali combustion plants with a rated thermal input of more than 20MW of capacity, including some installations of the Chemical Industry. By establishing a comparison baseline from published literature, this work seeks to assess potential impacts in the Portuguese Chemical Industry arising from emission allowances trading, analysing its influence in marginal production costs as well as the potential effects on competitiveness and innovation.
Descrição
MESTRADO EM GESTÃO E ESTRATÉGIA INDUSTRIAL.
Palavras-chave
Alterações Climáticas Plano Nacional de Atribuição de Licenças de Emissão Comércio Europeu de Licenças de Emissão Indústria Química Competitividade, Inovação. Climate Change National Allocation Plan European Union Emission Trading Scheme Chemical Industry Competitiveness Innovation.
Contexto Educativo
Citação
Tomás, Rogério António Ferreira (2008). " Avaliação do impacto do plano nacional de atribuição de licenças de emissão na indústria química portuguesa.". Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão.
