| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 141.34 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Neste artigo iniciamos uma abordagem às questões da historiografia durante o auge do Estado Novo, ou seja, do seu início à fase do pós-guerra, analisando sobretudo as publicações de caráter monumental, de caráter geral, mas onde a história da arte se inclui, ou especificamente abordando a história da arte, e em particular as relacionadas com as comemorações do duplo centenário da Fundação da nacionalidade (1140) e da Restauração (1640). Preocupamo-nos em dar uma perspetiva geral do interesse pelo património que remonta ao período romântico e sublinhamos a obra de alguns historiadores de arte que se enquadram na ideologia do regime embora de formas diferentes, como Reynaldo dos Santos ou Fernando Pamplona.
Descrição
Palavras-chave
Historiografia Estado Novo Propaganda Regime Ditatorial Parcialidade
Contexto Educativo
Citação
In: Convocarte, nº11 (set. 2020): Estudos de Historiografia e Crítica de Arte, p. 324-337
Editora
Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
