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Orientador(es)
Resumo(s)
Configurando-se tradicionalmente o parto como um acontecimento conduzido por parteiras, em
que só excepcionalmente e perante dificuldades extremas se apelava a um médico, nos casos em
que ambos estavam presentes manifestava-se uma distinção fundamental entre as práticas mé-
dicas utilizadas por uns e outros. Tendo esta divergência em mente, analisamos nas Curationum
medicinalium centuriae de Amato Lusitano e no De universa mulierum medicina de Rodrigo de
Castro Lusitano, as fontes gregas e romanas que os autores referem ao descreverem os partos
distócicos — em especial, os tratados hipocráticos De mulierum affectibus e De superfetatione e
os Gynaikeia de Sorano — e como o discurso de ambos reforça a importância do saber médico no
contexto das dificuldades que é forçoso enfrentar nestas circunstâncias.
Descrição
Palavras-chave
História da ciência Amato Lusitano, pseud. História da ginecologia e da obstetrícia Lusitano, Rodrigo de Castro Partos distócicos
Contexto Educativo
Citação
PINHEIRO, Cristina Santos - Os partos distócicos em Amato Lusitano e em Rodrigo de Castro: fontes, doutrinas e terapias greco-romanas. In António Manuel Lopes ANDRADE, Carlos de MIGUEL MORA, João Manuel Nunes T (coords.) - Humanismo e Ciência: Antiguidade e Renascimento. UA EDITORA, Universidade de Aveiro, Imprensa da Universidade de coimbra, Annablu, 2015. ISBN UA 978-972-789-434-5 IUC 978-989-26-0940-9, pp. 353-371.
