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Publicação

Cardiometabolic side effects of antiretroviral therapy in pregnant women living with HIV : a systematic review

datacite.subject.fosCiências Médicaspt_PT
dc.contributor.advisorSousa, Joana
dc.contributor.advisorPolicarpo, Sara
dc.contributor.authorCaetano, Mariana Carrega Ferreira
dc.date.accessioned2023-07-18T10:24:09Z
dc.date.available2023-07-18T10:24:09Z
dc.date.issued2022-07
dc.descriptionTrabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2022pt_PT
dc.description.abstractIntrodução: Apesar das vantagens conferidas pelos antirretrovirais na prevenção da transmissão vertical da infeção por Vírus Imunodeficiência Humana (VIH), permanecem por responder questões acerca das consequências cardiometabólicas da terapêutica antirretroviral (TARV) na gravidez. Métodos: Pesquisámos estudos na Web of Science, EBSCO, PubMed/MEDLINE, SCOPUS e Cochrane publicados entre novembro 2011 e novembro 2021. A seleção de artigos dependeu da avaliação de efeitos adversos metabólicos [aumento de peso, diabetes mellitus gestacional (DMG), doenças hipertensivas da gravidez (DHG) e dislipidemia] em mulheres infetadas com VIH sob TARV. Dois autores independentes triaram os títulos e resumos dos resultados de pesquisa e leram os artigos na íntegra. As discordâncias resolveram-se consensualmente ou por um terceiro autor. Os estudos foram avaliados qualitativamente. Resultados: Foram selecionados 31 artigos. Mulheres infetadas experienciaram menor ganho ponderal durante a gravidez quando comparadas com as não infetadas. A única classe de antirretrovirais que potenciou aumento de peso foram os inibidores da integrase (II). A maioria dos estudos aponta uma prevalência semelhante de DHG em mulheres infetadas e não infetadas. Mulheres sob TARV tiveram maior risco de pré-eclampsia que as mulheres infetadas que não faziam TARV. Os II foram fator de risco para o desenvolvimento de DHG. A evidência é insuficiente para concluir se as mulheres sob TARV estão em maior risco de desenvolver DMG quando comparadas com grávidas não infetadas. O impacto dos inibidores da protease na dislipidemia não foi claro e requer estudo. Conclusões: Grávidas com VIH parecem não apresentar maior taxa de complicações cardiometabólicas. No entanto, são necessários estudos adicionais para avaliar o impacto da duração e tipo de TARV e a incidência de efeitos adversos cardiometabólicos na gravidez.pt_PT
dc.description.abstractBackground: Despite the unprecedented benefits regarding the use of antiretrovirals on prevention of mother-to-child transmission, questions concerning the cardiometabolic implications of combined antiretroviral therapy (cART) in pregnant women have been raised. Methods: We searched Web of Science, EBSCO, PubMed/MEDLINE, SCOPUS and Cochrane from November 2011 to November 2021 for observational and experimental studies. Study selection was dependent on the evaluation of several cardiometabolic outcomes [weight gain (WG), gestational diabetes mellitus (GDM), hypertensive disorders of pregnancy (HDP) and dyslipidaemia] in HIV-infected pregnant women receiving cART. Two independent reviewers screened the titles and abstracts of all search results and read the full text reports of the remaining studies. Disagreements were resolved through consensus or by a third reviewer. The studies were qualitatively assessed. Results: Thirty-one articles were selected. HIV-infected women were less prone to WG during pregnancy when compared to HIV-uninfected women. The only class that increased the risk of WG were integrase strand transfer inhibitors (INSTI). Prevalence of HDP in HIV-infected and uninfected pregnant women was similar, with a higher risk of preeclampsia in women under cART compared with those not on cART. INSTI were also shown as risk factors for development of HDP. There was insufficient evidence to conclude that women living with HIV receiving cART were at an increased risk of developing GDM when compared to HIV-uninfected women. The impact of PI in dyslipidaemia wasn’t clear and requires further study. Conclusions: Pregnant HIV treated women do not appear to present a higher rate of cardiometabolic disorders. However, further research is needed to assess the impact of e duration and type of cART and the incidence of cardiometabolic disorders of pregnancy.pt_PT
dc.identifier.tid203141318pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/58642
dc.language.isoengpt_PT
dc.subjectAntirretroviraispt_PT
dc.subjectPré-eclâmpsiapt_PT
dc.subjectDiabetes gestacionalpt_PT
dc.subjectObesidadept_PT
dc.subjectDislipidemiapt_PT
dc.subjectNutriçãopt_PT
dc.titleCardiometabolic side effects of antiretroviral therapy in pregnant women living with HIV : a systematic reviewpt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsrestrictedAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Medicinapt_PT

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