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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Atualmente, as perturbações ambientais causadas pelo homem ganham um
especial enfoque e, soluções que possam mitigar estas mesmas perturbações,
tendem a ser cada vez mais importantes.
As paredes verdes em meios urbanos possuem caraterísticas que as elevam ao
estatuto de mediador ecológico. Assim sendo, a implementação deste tipo de
estruturas na maior paisagem urbana do território português (zona de Lisboa) é
de grande importância para o país.
Este trabalho visa ajudar a reorientar a progressão das paredes verdes na zona
de Lisboa, explorando as potencialidades de uma tipologia específica de paredes
verdes, as fachadas verdes indirectas, potenciando os seus benefícios, ao
mesmo tempo que se aumenta a sua sustentabilidade ecológica, financeira e
social, através da exploração de técnicas inovadoras, como a rega por
alagadores cerâmicos e estruturas de condução de plantas constituídas por
materiais biodegradáveis, como o bambu.
É apresentado um caso de estudo de parque essencialmente constituído por
fachadas verdes indirectas, com significativa importância no presente e
galardoado inúmeras vezes, o “MFO Park”, em Zurich, na Suíça.
É introduzido na temática desenvolvida um ensaio de sistema de rega que utiliza
emissores com uma elevada sustentabilidade, denominados “Olla”.
Apresentam-se dois projectos de fachadas verdes indirectas em edifícios do
Instituto Superior de Agronomia, localizado na zona de Lisboa, que visam
transportar as técnicas teorizadas para circunstâncias reais
Descrição
Mestrado em Arquitetura Paisagista / Instituto Superior de Agronomia. Universidade de Lisboa
Palavras-chave
fachadas verdes indiretas trepadeiras sustentabilidade alagadores Olla soluções de base natural
Contexto Educativo
Citação
Silva, M.B. - Sustentabilidade das fachadas verdes indiretas na zona de Lisboa. Reflexão e melhoramento. Lisboa: ISA, 2020, 100 p.
