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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Ao considerarmos as estratégias alimentares urbanas em termos de condições socioterritoriais, pensamos que
se deve observar a contextualidade múltipla dos processos de planeamento, ordenamento e desenvolvimento do
território, os quais apelam à consideração de diferentes domínios da governança. Esta é considerada como
‘multinível’ quando o poder é exercido de modo conjugado entre níveis territoriais e entre domínios públicos e
privados.
Neste trabalho apresenta-se o racional que coloca a governança (multinível) como inerente à inovação
institucional de resposta a pressões neoliberais e com tradução em políticas públicas próprias, das quais
salientamos as europeias e as dos domínios da agricultura e desenvolvimento rural, além das de coesão, pelas
suas implicações nacionais / regionais na relação urbano-rural e nos desafios colocados às estratégias alimentares
urbanas.
Neste quadro, são convocados para a nossa reflexão vários estudos, essencialmente de autores europeus,
fazendo-se a remissão para trabalhos em que processos de governança dos sistemas agroalimentares são
analisados, com vários enfoques, dos supranacionais aos regionais e metropolitanos / urbanos. Conclui-se com
algumas notas sobre o caso de Portugal e certas interrogações que os principais instrumentos de política pública
nos suscitam em termos de condições institucionais de governança para a sustentabilidade agroalimentar de base
territorial e urbana.
Descrição
Palavras-chave
Estratégia agroalimentar Cidades Governança Coesão socioterritorial
Contexto Educativo
Citação
Moreno, L. (2017). Estratégia agroalimentar e cidades: uma perspetiva de governança e coesão socioterritorial. In: Rosário Oliveira, Sara Amâncio e Leonel Fadigas (Eds.). Alfaces na avenida. Estratégias para (bem) alimentar a cidade (pp. 125-129). ISBN: 978-989-99801-2-9.
Editora
Universidade de Lisboa, Colégio Food, Farming and Forestry
