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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Nas décadas finais do século XIX e nas primeiras décadas do século XX o tema da educação popular entra na ordem do dia, associado à “descoberta” dos elevados índices de analfabetismo da população portuguesa e à assunção, por parte do republicanismo e da maçonaria, de um projecto alternativo de formação do cidadão. Para o combate ao analfabetismo assistimos então à proliferação de iniciativas várias, surgindo também diversas instituições vocacionadas para a educação permanente de adultos, as quais assumem as designações de Universidades Livres ou Universidades Populares. O presente texto pretende reflectir sobre a actividade de uma destas últimas instituições – a Academia de Estudos Livres (criada em 1889) -, que se assume, a partir de 1904, como Universidade Popular. A Academia assegura o funcionamento de uma escola (com ensino diurno e nocturno), para além de assegurar tarefas na área da vulgarização científica e cultural, as mais características das universidades populares, de que é exemplo a realização de cursos livres, conferências e visitas de estudo. A Academia dedicou-se, igualmente, à edição de publicações, com destaque para a revista Anais da Academia de Estudos Livres – Universidade Popular (1912-1916), uma espécie de órgão da instituição, e para o periódico estudantil A Mocidade (1910-1911). É esta última revista que se assume como fonte do presente estudo.
Descrição
Palavras-chave
Educação popular Vulgarização científica e cultural Universidade popular Imprensa de educação e ensino
Contexto Educativo
Citação
IV Congresso Brasileiro de História da Educação- A educação e os seus sujeitos na história. Anais
Editora
Universidade Católica de Goiás - Sociedade Brasileira de História da Educação
