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Orientador(es)
Resumo(s)
Yann Potin propõe-nos, através de uma análise interdisciplinar, que olhemos para a governação política e administrativa do território a partir de instituições memorizadoras – o arquivo, a biblioteca e o tesouro - e sobretudo a partir do documento escrito, centrando a sua análise no conjunto dos documentos, seja o arquivo, seja a biblioteca, destacando-se aqui o arquivo régio, o Trésor des chartes, e a “livraria” do Louvre, a biblioteca de Carlos V. Um estudo que coloca o arquivo, que sendo um lugar, no seu lugar: não apenas como fonte da história, mas como a personagem central da própria história. Para tal, coloca em diálogo a arquivística e a história medieval, e particularmente a história dos poderes. Mas convoca ainda os contributos da história do livro, sublinhando neste particular o legado de Roger Chartier, e também da diplomática, tão cara a Olivier Guyotjeannin, da Codicologia quantitativa, através da influência de Carla Bozzolo e Ezio Ornato, e da Paleografia. Tudo isto para, no fim, fazer uma arqueologia dos arquivos das instituições.
Descrição
Palavras-chave
Arquivos Bibliotecas Idade Média
Contexto Educativo
Citação
SILVA, Carlos Guardado da – Recensão Crítica: YANN POTIN, Trésor, écrits, pouvoirs : Archives et bibliothèques d’État en France à la fin du Moyen Âge, Paris: CNRS Editions, 2020. 271 pp. ISBN 978-2-35723-100-9 In: Revista Euphrosyne. Lisboa. Vol. XLIX (2021) 482-484. ISSN 0870-0133 eISSN 2736-3082
Editora
Brepols
