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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Consideraremos tensões e dilemas de identidade de mouriscos em terras de Espanha antes e depois das revoltas de 1568-1570, dos desterros em fases sucessivas, até à ordem de expulsão de Espanha num processo de 1609 a 1614. Importa verificar o avanço da problemática em torno de indivíduos e de comunidades, a partir da historiografia mas não em exclusividade. Mesmo no campo da História, os fenómenos são sempre condicionados por factores desde o demográfico, político e social, ao religioso, mental e económico.
Importa sistematizar os conhecimentos e pistas de investigação sobre os indivíduos-alvo, que permanecem ou se mobilizam e, quiçá, retornam, os estames sociais a que pertencem e com quem se relacionam, as ligações parentais, as facetas culturais, ou de amálgama cultural e residual, que marcam o seu quotidiano, os olhares (seus e alheios) que os distinguem ou mascaram. Da mesma forma procura-se ponderar comparativamente reacções e estrategemas, práticos e discursivos, tanto em Espanha como no Magrebe, por parte dos próprios mouriscos e também das autoridades e comunidades que os recebem.
Esta pesquisa permite-nos desconstruir para afirmar uma ou mais identidades, avaliando-se plasticidades e resignificados e limites de integração.
Descrição
Palavras-chave
Mouriscos Mobilidade Amálgama cultural Identidades
Contexto Educativo
Citação
CRUZ, Maria Leonor García da, "Mouriscos em Espanha e no Magreb: resignificados nos séculos XVI-XVII", in Las identidades analizadas a través de las segregaciones histórico-culturales, Madrid, Dykinson S.L., 2023. ISBN: 978-84-1170-354-3
