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Publicação

Pintura como hipertexto do visível:instauração do tecno-imaginário do citor

dc.contributor.advisorSousa, João Rocha depor
dc.contributor.advisorBadosa Conill, Luispor
dc.contributor.authorFerrão, Hugo, 1954-por
dc.date.accessioned2010-12-09T13:12:45Z
dc.date.available2010-12-09T13:12:45Z
dc.date.issued2007por
dc.descriptionTese de doutoramento em Belas Artes, com especialidade em Pintura, apresentada á Universidade de Lisboa através da Faculdade de Belas Artes, 2007por
dc.description.abstractO Pensamento Plástico como dimensão e territorialidade disciplinar problematizadora da crescente imersão tecnológica caracterizada pelos dispositivos de informação e comunicação de matriz digital que mimetizam as tecnologias intelectuais humanas. Desertificação e implosão do imaginário humano, tendo como áxis mundi o computador em contraponto com o Pensamento Plástico, proposto como «estação do visível», integrando unidades dinâmicas que se tornam visíveis através da coisificação das manifestações artísticas. Triologia: Tradição, Modernidade e Pós-Modernidade interpretada como categorias existentes em qualquer período histórico. Declínio das grandes narrativas e ocaso das Academias de Belas-Artes. A «cientificação» do discurso artístico como forma de legitimação e estatuto. Reacção artística ao «êxodo» tecnológico como destino inexorável da humanidade, através de «arquipélagos» autorais protagonizados pelos Nazarenos, Pré-Rafaelitas e Nabis. O «carácter irresistível da dominação tecnológica» de Martin Heidegger e a redução máxima do homem a «mecanismo natural finalizado» esvaziado dos seus mitos e incapacitado de actos mitodológicos (Gilbert Durand). Demotecnocracias, cibercracias e a génese da Cibercultura, associada à militarização da sociedade e à hiper vigilância, contrastando com a ideia do acesso generalizado e gratuito às redes à escala global (Internet-Howard Rheingold). Hipertexto (Theodore Nelson), estrutura da matriz conceptual das manifestações tecno-artísticas e sua essência fractal. Hipertexto, estratégias tecno-artísticas e dimensões hiper-reais. Ciberespaço (William Gibson) a «alucinação consensual». Ciberarte, monotonia e circularidade das imagens laboratoriais utilizadas pelos tecno-artistas: Bill Viola, Roy Ascott, Stelarc e Orlan. Criação do conceito de «Citor», implicando a existência de uma unidade composta por «mecanismo natural finalizado» não intervencionado ou melhorado tecnologicamente, que recorre a estratégias de citação e apropriação, que actuam dentro do quadro cibernético que privilegia a comunicação entre máquinas e humanos. Instauração do tecno-imaginário que anuncia um novo tipo de relacionamento com o saber, baseado na conectividade de blocos de imagens em que as estratégias de significação se aproximam da linguagem cinematográfica. Citor, noção de Pós-Humanidade e hibridez biotecnológica, cibermitos, irracionalidade e ritualizações tecnológicas expostas nas intervenções do Survival Research Laboratories. Paradigma «High Tech Low Life», memória e influência dos movimentos juvenis de contracultura, manifestações artísticas contestatárias dos Beatiniks e dos Hippies alicerçando a ideia de Ciberdélia como sincretismo indiscriminado. Higt Tech e o neo-tribalismo New Wave protagonizado pelos hackers, cyberpunks, crackers e consequente errância tecnológica dos Cyberpunks. Imaginário cyberpunk, publicações, pirataria, ilustração, eventos, literatura de ficção científica, William Gibson e o conceito de Ciberespaço em Neuromancer (Bruce Sterling, Mark Dery e Rudy Rucker), filmografia de culto dos cyberpunk Blade Runner de Riedly Scott e os cyborgs, e a imagem do corpo tecnicizado, como hiper realidade em que a entropia entre realidade ficção é total. Paralelismo entre High Life e Low Life através da cultura de rua - graffiter, organização, ritualização pictográfica que revela plasticamente domínios da inumanidade e da ghetização como resquícios das sociedades concentracionárias. Reafirmação do significado e importância da praxis artística como elemento fundador e recentrador das visões humanizantes, reveladas na visibilidade das manifestações artísticas coisificadaspor
dc.formatapplication/pdfpor
dc.identifier.urihttp://catalogo.ul.pt/F/?func=item-global&doc_library=ULB01&type=03&doc_number=000488296por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/2050
dc.language.isoporpor
dc.subjectPinturapor
dc.subjectCiberculturapor
dc.subjectHipertextopor
dc.subjectTeses de doutoramentopor
dc.titlePintura como hipertexto do visível:instauração do tecno-imaginário do citorpor
dc.typedoctoral thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typedoctoralThesispor

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