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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Tuta absoluta (Meyrick) (Lepidoptera: Gelechiidae) para além dos estragos que provoca em
solanáceas, principalmente em tomate, tem demonstrado ter uma grande adaptabilidade,
desde que se estabeleceu na Europa.
Com objectivo de utilizar espécies autóctones, como o parasitóide oófago Trichogramma
evanescens Westwood (Hymenoptera: Trichogrammatidae) e o ectoparasitóide Diglyphus
isaea Walker (Hymenoptera: Eulophidae) contra T. absoluta, avaliaram-se as
potencialidades de ambos. Para o primeiro, estudou-se a taxa de parasitismo e a proporção
de ovos em que o parasitóide atingiu o estado adulto e a taxa de viabilidade a diferentes
temperaturas (22ºC, 24ºC e 25,5ºC). A taxa de parasitismo e de ovos com orifício de
emergência maior a 22ºC e a taxa de viabilidade do tricograma maior a 24ºC. Para D. isaea,
estudou-se a viabilidade desta praga como hospedeiro e a capacidade de predação por
fêmeas adultas, utilizando-se dois tipos de ensaio, em placa de Petri e em gaiolas sobre
plantas. D. isaea agiu como predador larvar, preferencialmente, larvas L1 e L2 (taxas de
predação: 17% em placas de Petri; 38% sobre planta).
Quatro marcas comerciais de feromona sexual de T. absoluta foram testadas em searas de
tomate, no Ribatejo. O número de capturas de machos adultos não diferiu
significativamente
Descrição
Mestrado em Engenharia Agronómica - Instituto Superior de Agronomia
Palavras-chave
Tuta absoluta Trichogramma evanescens Diglyphus isaea predação parasitismo feromonas
Contexto Educativo
Citação
Payer, R. - Protecção biológica e monitorização de traça-do-tomateiro Tuta absoluta (Meyrick). Lisboa: ISA, 2010, 77 p.
