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Publicação

Quanto vai custar este sinistro?

datacite.subject.fosDepartamento de Estatística e Investigação Operacionalpt_PT
dc.contributor.advisorGomes, João José Ferreira
dc.contributor.authorBeato, Ana Margarida Manuel
dc.date.accessioned2021-05-06T15:15:56Z
dc.date.available2021-05-06T15:15:56Z
dc.date.issued2020
dc.date.submitted2020
dc.descriptionTrabalho de projeto de mestrado, Matemática Aplicada à Economia e Gestão, Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, 2020pt_PT
dc.description.abstractCom uma instabilidade dos mercados mundiais cada vez maior, e uma incerteza financeira cada vez mais presente, as empresas têm de se adaptar aos novos tempos e criar a sua própria estabilidade para que não existam surpresas. Assim, em Portugal, já existe um tratado de solvência II que exige às seguradoras um maior enfoque no controlo interno e governação assim como os sistemas de gestão de riscos, sendo a política de reservas das companhias muito mais exigente do que era no passado. Isto faz com que as companhias de seguro tenham uma menor margem de manobra nos valores incorridos de sinistros, mas por outro lado protege muito mais os segurados e tomadores de seguros. Todavia, esta situação leva a que as seguradoras tenham como objetivo estimar o custo final de cada sinistro ocorrido no menor espaço de tempo para que não hajam surpresas no futuro. Estimar custos em sinistros com danos corporais é sempre mais desafiante do que nos sinistros automóvel, por exemplo, onde na sua maioria se trata apenas de danos matérias e de acessível estimativa à partida. Neste trabalho irei encontrar a melhor forma de calcular o custo de um sinistro de acidentes de trabalho com determinadas características à partida, permitindo assim um menor fluxo de reajustamento no processo de sinistro no futuro, evitando assim as surpresas.pt_PT
dc.description.abstractWith the increase of the instability of global markets, and an facing a financial uncertainty, companies have to adapt to the new times and create stability to not have surprises in the future. So, in Portugal, there is already a solvency II treaty that requires insurance companies to focus more on internal control and governance as well as risk management systems, with the insurance companies' reserve policy being much more demanding than it was in the past. This gives to insurance companies less flexibility in incurred reserves, but, in the other hand, it protects much more policyholders. However, this situation let the insurers to aim in estimate the final cost of each claim in the shortest amount of time avoiding surprises in the future. Estimating claims costs with bodily injury is always more challenging than motor claims for example, where most of claims has only material damages that is easier to estimate. In this work I will find the best way to calculate the cost of a workers compensation claim with certain characteristics at the beginning, thus allowing a lower reserve readjustment and avoid surprises in the future.pt_PT
dc.identifier.tid202607909pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/47686
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectSinistropt_PT
dc.subjectSeguro de Acidentes de Trabalhopt_PT
dc.subjectModelo Preditivospt_PT
dc.subjectTrabalhos de projeto de mestrado - 2020pt_PT
dc.titleQuanto vai custar este sinistro?pt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameTrabalho de projeto de mestrado em Matemática Aplicada à Economia e Gestãopt_PT

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