| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 816.46 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Neste trabalho para conclusão surge a seguinte questão: foi o Banco um negócio lucrativo? Para lhe responder examinamos o quadro 5 (p. 68) que refere os lucros dos bancos entre 1891 e 1930. Não se pode dizer que até à altura da 1ª Guerra Mundial, o banco tenha sido um mau negócio. Nos últimos quinze anos do período em estudo o Banco continuou a ser uma empresa lucrativa, mas o crescimento dos lucros não acompanhou o das operações e o dos preços, devido ao forte aumento das despesas (multiplicadas por mais de trinta, enquanto as receitas eram multiplicadas por pouco mais de vinte). os honorários do conselho geral após o ajustamento de 1926 e a parcela da caixa de pensões dos empregados acompanharam a subida dos preços. De qualquer forma, o Banco apresentava-se no início da grande depressão como uma empresa sólida, possuidora de reservas consideráveis (da ordem dos 8 milhões de libras) e potencialmente lucrativa. Nessa base se tentaria assentar a reforma monetária de 1931 e iniciar claramente a transição de um banco emissor único para um banco central.
Descrição
Palavras-chave
História económica Banco de Portugal Política monetária Sistema financeiro Lucros
Contexto Educativo
Citação
Valério, Nuno e Maria Eugénia Mata.(1982). “O Banco de Portugal único banco emissor (1891-1931)”. Revista de História Económica e Social, Nº 10: pp. 49-69.
Editora
Livraria Sá da Costa Editora
