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O governo da linguagem cerimonial: costume etiqueta no Timor-Leste colonial

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Este ensaio explora o elevado significado adquirido por antigos costumes e cerimoniais na gestão de poder, status e autoridade socio-política em Timor-Leste, com especial enfoque no período compreendido entre as décadas de 1850 e 1910. Argumenta-se que, em Timor colonial, a cerimonialidade formava a linguagem e a tecnologia através da qual a autoridade político-jural Portuguesa e Timorense se constituía e se exercia nas interacções coloniais. A cerimonialidade garantia o exercício do comando assim como a comunicação social entre os actores coloniais portugueses e os povos e as classes dirigentes timorenses, numa diversidade de situações: durante interacções pacíficas e conjuntivas, mas também, e de modo importante, em ocasiões de tensão política, conflito, ou violência física iminente.

Descrição

Palavras-chave

Colonialismo Estado Ritual Etiqueta Timor-Leste

Contexto Educativo

Citação

Ricardo Roque (2016). O governo da linguagem cerimonial: costume e etiqueta noTimor-Leste colonial. In Rui Graça Feijó (org.), Timor-Leste: Colonialismo, Descolonização, Lusutopia (pp. 51-71). Porto: Edições Afrontamento

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