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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Finalizámos este capítulo, durante o mês de outubro de 2021,
numa conjuntura bastante peculiar. Por um lado, Portugal, com
as suas taxas de vacinação entre as mais altas do mundo, já praticamente eliminou todas as medidas restritivas adotadas durante
os períodos da emergência pandémica. Há uma perceção difusa
– embora não necessariamente exata – de que a pior fase da pandemia de covid-19 poderá já ter passado, pelo menos nos países do «Norte Global». Por outro lado, a seguir a um segundo
verão caracterizado por enormes problemas no sector turístico, há
a sensação de que os verdadeiros impactos socioeconómicos da
pandemia estão por vir, dado o crescente domínio em Portugal de
um modelo de economia dependente das dinâmicas do turismo,
do imobiliário e da construção, resultante do tipo de recuperação económica adotado no pós-crise capitalista 2008-2009, com
uma forte componente de investimento estrangeiro proveniente
de fluxos internacionais de capital (Santos e Reis 2018). Em certo
sentido, escrevemos num momento «entre crises»
Descrição
Palavras-chave
Movimentos sociais urbanos
Contexto Educativo
Citação
Tulumello, S. & Mendes, L. (2022). Movimentos sociais urbanos em tempos de crise. In. A. Drago. (coord.). A segunda crise de Lisboa: uma metrópole fragilizada (pp. 159-194). Actual. ISBN: 9789896947019
