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Publicação

A dinâmica do consumo privado em Portugal : 1974-1998 : o papel do crédito bancário aos particulares : o endividamento : o contributo privilegiado do crédito hipotecário

dc.contributor.advisorMateus, Augusto
dc.contributor.authorGaspar, António Manuel Figueiredo
dc.date.accessioned2020-02-10T15:27:09Z
dc.date.available2020-02-10T15:27:09Z
dc.date.issued2002-03
dc.descriptionMestrado em Desenvolvimento e Cooperação Internacionalpt_PT
dc.description.abstractA ruptura política de 25 de Abril de 1974 (determinante nas posteriores movimentações c alterações de índole social, económica, laboral, etc), encontrou uma estrutura económica, que do ponto de vista do Consumo das famílias, se encontrava muito debilitada e muito longe de padrões europeus. O mecanismo de acesso ao crédito por parte dos particulares (quer ele fosse para Consumo imediato ou de médio/longo prazo), não existia, ou era tão insípido que não era mensurável. A partir do final da década de 80/início da de 90, a Banca segmentou a sua clientela, definiu "target 's" preferenciais e começou a direccionar os seus produtos para o cliente particular (famílias), incentivando e criando necessidades de consumo, que seriam depois colmatadas com o crédito a conceder. A adesão à UE, marcou de forma definitiva este processo evolutivo. Os portugueses, começaram a alterar o seu padrão de Consumo. Se conjugarmos ainda a inexistência prática dum mercado de aluguer de habitação, com uma forte dinamização do mercado da construção, temos as condições necessárias para uma oferta que se veio a revelar agressiva a partir de 1992, de crédito por parte da Banca, cuja finalidade era a Hipotecária. Em 1998, do total de crédito concedido a particulares, cerca de 96% era crédito liipotccário. o que por si atesta a dimensão deste mercado e justifica a aposta que todo o sector bancário fez na dinamização deste produto, através de fortes campanhas de marketing tentando fidelizar clientes para o produto e para o desejado "cross-selling". As tradicionais teorias do Consumo - Keynesiana, Rendimento Permanente e Ciclo de Vida parecem não ser suficientes para explicar as decisões de Consumo das famílias, sobretudo nesta última década. Num mundo, em que a globalização pode significar a perda ou precaridade de emprego ou uma reforma compulsiva, é difícil adaptar os referidos modelos, sendo que os agentes económicos que se estão a endividar, o fazem numa perspectiva de rendimento presente. Neste estudo, viu-se a evolução do Consumo Privado em Portugal num período de 25 anos (1974/1998) e a forma como quantitativamente e qualitativamente se comportou.pt_PT
dc.description.abstractThe politicai transformation of 25 April 1974 (a determining factor in subsequent social, economic, employment and other changes) found itself confronted with an economic structure which, from the point of view of spending by families, was extremely weak and markedly distanced from European standards. Access to personal credit (whether for immediate or medium/long term consumption) did not exist, or was so minor as to be unmeasurable. From the end of the 1980s/beginning of the 1990s, banks started to segment their customers and define preferential target groups, and began to aim their products at the private individual (households), thereby encouraging and creating the need for consumption, subsequently met through credit. Portugafs accession to the EU was a definitive step in this evolutionary process. The Portuguese began to alter their pattems of consumption. This, combined with the virtual absence of a rented housing sector and vigorous activity in construction, created the necessary conditions for bank lending for mortgage purposes, which became energetic from 1992 onwards. In 1998, approximately 96% of ali credit to individuais was mortgage lending, attesting to the size of the market and justifying the efforts made by the banking sector to promote mortgage products through vigorous marketing campaigns aimed at encouraging take-up by customers and cross-selling. Traditional consumption theories - Keynesian, Permanent Income and Life Cycle - appear inadequate to explain family spending decisions, particularly during the last decade. In a world in which globalisation can result in job losses or insecurity or forced retirement, it is difficult to adapt the above models, since the participants in the economy who are taking on debt are doing so on the basis of their current income. The study describes the growth of Personal Consumption in Portugal over a period of 25 years (1974-1998) and its behaviour in quantitative and qualitative terms.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.citationGaspar, António Manuel Figueiredo (2002). "A dinâmica do consumo privado em Portugal : 1974-1998 : o papel do crédito bancário aos particulares : o endividamento : o contributo privilegiado do crédito hipotecário". Dissertação de Mestrado, Universidade de Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão.pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/19649
dc.language.isoengpt_PT
dc.publisherInstituto Superior de Economia e Gestãopt_PT
dc.subjectConsumo Privadopt_PT
dc.subjectPadrão de Consumopt_PT
dc.subjectMarketing Bancáriopt_PT
dc.subjectCrédito Bancáriopt_PT
dc.subjectAdesão à UEpt_PT
dc.subjectModelos de Consumo.pt_PT
dc.subjectPersonal Consumptionpt_PT
dc.subjectSpending Pattempt_PT
dc.subjectBank Marketingpt_PT
dc.subjectAccession to lhe EUpt_PT
dc.subjectConsumption Modelspt_PT
dc.titleA dinâmica do consumo privado em Portugal : 1974-1998 : o papel do crédito bancário aos particulares : o endividamento : o contributo privilegiado do crédito hipotecáriopt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT

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