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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Purpose: (A) To characterize the epidemiology of injury at an elite youth football academy. (B) To investigate the differences between injured and non-injured elite youth footballers in musculoskeletal screening and workload variables, for lower extremity non-contact soft tissue injuries; and for groin located and muscular type injuries.
Methods: (A) Prospective analysis of time-loss injuries from one hundred eighty-four elite youth male football players (age: 16.2±2.2 yrs) in a Portuguese academy (U14-U23) during the 2019-2020 season. Injury frequency, burden, incidence, and patterns were calculated. (B) A match-paired case approach was used to investigate differences between injured (n= 56) and non-injured (n= 56) groups for preseason musculoskeletal screening variables (passive knee fall out (PKFO), adductor squeeze (ASQZ), adductor squeeze bodyweight ratio (ASQZ/BWratio), dorsiflexion lunge test (DLT); single-leg countermovement jump (SL-CMJ)) and workload variables before injury (Cumulative sum; monotony; strain; acute: chronic workload ratio (ACWR); week to week change) using internal load (sRPE). Groin located injuries (n=14 vs n=14) and muscular injuries (n= 27 vs n=27) were also investigated.
Results: (A) A total of 129 time-loss injuries were observed. Injuries were more frequent in training but had a higher incidence and burden rate in match context. Overall incidence was 2.7 per 1000 hours, and burden rate 59.3 days lost per 1000 hours. The thigh was the most frequent location. Quadriceps was the most injured muscle group, mainly by sprinting and shooting mechanisms. Moderate injuries were more frequent, with a mean of 21.9±28 days lost to injury. Under 17 was the most affected team, with the highest-burden cross-product. (B) ASQZ/BWratio was higher in non-injured players compared with injured players for lower body non-contact (0.64±0.11 vs 0.59±0.11; p=0.025) and groin injuries (0.64±0.08 vs 0.54±0.11; p=0.007). No other workload and musculoskeletal variable had significant differences between groups.
Conclusions: Characteristics of injury incidence, burden, and patterns differ among squads in elite youth football. Non-contact injuries in pre-adolescent players remain frequent, representing a threat to the young football player's safe development. ASQZ/BWratio could be used to identify risk of injury for lower body non-contact and groin injuries. More data is necessary to clarify which musculoskeletal and workload factors are relevant to youth football injury occurrence.
Objetivo: (A) Caracterizar a epidemiologia de lesões numa academia de futebol jovem de elite. (B) Investigar as diferenças entre jogadores lesionados e não lesionados para variáveis músculo-esqueléticas e carga de treino, para lesões sem contacto de membro inferior de tecidos moles; e para lesões localizadas na púbis e lesões do tipo muscular. Métodos: (A) Análise prospetiva de lesões de cento e oitenta e quatro jogadores de futebol jovem de elite (idade, 16.2±2.2 anos) numa academia portuguesa (U14-U23) durante a época 2019-2020. A frequência, carga, incidência e padrões das lesões foram calculados. (B) Foi utilizada uma comparação entre pares para investigar as diferenças entre grupos lesionado (n= 56) e não lesionado (n= 56) para as variáveis músculo-esqueléticas de pré-época (queda passiva do joelho (PKFO), força de adutores (ASQZ), rácio força de adutores e de peso corporal (ASQZ/BWratio), teste de dorsiflexão em lunge (DLT); salto de contramovimento unilateral (SL-CMJ)) e variáveis de carga de treino (soma cumulativa; monotonia; strain; rácio agudo: crónico (ACWR); diferença entre semanas) usando carga interna (sRPE). Lesões localizadas na virilha (n=14 vs n=14) e lesões do tipo muscular (n= 27 vs n=27) também foram investigadas. Resultados: (A) Foram observadas um total de 129 lesões. As lesões foram mais frequentes em treino, mas com maior incidência e severidade em jogo. A incidência foi de 2.7 lesões /1000 horas, e a severidade de 59.3 dias perdidos /1000 horas. A coxa foi o local mais frequente. O quadríceps foi o grupo muscular mais lesionado, principalmente por sprint e remate. Lesões de severidade moderada foram mais frequentes, com 21.9±28 dias perdidos por lesão. Os Sub17 foram a equipa mais afetada. (B) O ASQZ/BWratio foi mais elevado em jogadores sem lesão, em comparação com os jogadores lesionados (0.64±0.11 vs 0.59±0.11; p=0.025; d=0.401) para lesões do membro inferior sem contacto e lesões na virilha (0.64±0.08 vs 0.54±0.11; p=0.007; d=1.107). Nenhuma outra variável músculo-esquelética ou de carga de treino apresentou diferenças significativas entre grupos. Conclusões: As características de incidência de lesão diferem entre equipas de futebol jovem de elite. As lesões sem contacto em jogadores jovens continuam frequentes, representando uma ameaça para o seu desenvolvimento saudável. O rácio ASQZ/BWratio poderá ser usado para determinar risco de lesão do membro inferior e, mais especificamente, para lesões localizadas na púbis.
Objetivo: (A) Caracterizar a epidemiologia de lesões numa academia de futebol jovem de elite. (B) Investigar as diferenças entre jogadores lesionados e não lesionados para variáveis músculo-esqueléticas e carga de treino, para lesões sem contacto de membro inferior de tecidos moles; e para lesões localizadas na púbis e lesões do tipo muscular. Métodos: (A) Análise prospetiva de lesões de cento e oitenta e quatro jogadores de futebol jovem de elite (idade, 16.2±2.2 anos) numa academia portuguesa (U14-U23) durante a época 2019-2020. A frequência, carga, incidência e padrões das lesões foram calculados. (B) Foi utilizada uma comparação entre pares para investigar as diferenças entre grupos lesionado (n= 56) e não lesionado (n= 56) para as variáveis músculo-esqueléticas de pré-época (queda passiva do joelho (PKFO), força de adutores (ASQZ), rácio força de adutores e de peso corporal (ASQZ/BWratio), teste de dorsiflexão em lunge (DLT); salto de contramovimento unilateral (SL-CMJ)) e variáveis de carga de treino (soma cumulativa; monotonia; strain; rácio agudo: crónico (ACWR); diferença entre semanas) usando carga interna (sRPE). Lesões localizadas na virilha (n=14 vs n=14) e lesões do tipo muscular (n= 27 vs n=27) também foram investigadas. Resultados: (A) Foram observadas um total de 129 lesões. As lesões foram mais frequentes em treino, mas com maior incidência e severidade em jogo. A incidência foi de 2.7 lesões /1000 horas, e a severidade de 59.3 dias perdidos /1000 horas. A coxa foi o local mais frequente. O quadríceps foi o grupo muscular mais lesionado, principalmente por sprint e remate. Lesões de severidade moderada foram mais frequentes, com 21.9±28 dias perdidos por lesão. Os Sub17 foram a equipa mais afetada. (B) O ASQZ/BWratio foi mais elevado em jogadores sem lesão, em comparação com os jogadores lesionados (0.64±0.11 vs 0.59±0.11; p=0.025; d=0.401) para lesões do membro inferior sem contacto e lesões na virilha (0.64±0.08 vs 0.54±0.11; p=0.007; d=1.107). Nenhuma outra variável músculo-esquelética ou de carga de treino apresentou diferenças significativas entre grupos. Conclusões: As características de incidência de lesão diferem entre equipas de futebol jovem de elite. As lesões sem contacto em jogadores jovens continuam frequentes, representando uma ameaça para o seu desenvolvimento saudável. O rácio ASQZ/BWratio poderá ser usado para determinar risco de lesão do membro inferior e, mais especificamente, para lesões localizadas na púbis.
Descrição
Palavras-chave
Epidemiology Injury incidence Injury burden Workload Musculoskeletal screening Youth football Risk factors Football injury Load monitoring Injury prevention Injury prevention Epidemiologia Incidência de lesões Carga de treino Testes músculo-esqueléticos Futebol jovem Fatores de risco Lesões no futebol Monitorização da carga Prevenção de lesões
