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Resumo(s)
No presente trabalho foram analisadas técnicas alternativas para a estampagem do Bordado da Madeira. Adaptou-se o método artesanal e testou-se, numa primeira abordagem, a substituição do éter de petróleo por etanol e da parafina sólida por parafina líquida. Numa fase posterior estudou-se a aplicação digital de tintas alimentares e de tintas têxteis comerciais em algodão e linho, sem tratamento prévio das fibras, uma vez que se pretende uma estampagem temporária e de fácil remoção com água, após bordadas as peças. Testou-se e estampou-se a tinta alimentar nos tecidos e usaram-se métodos físicos para determinar as características das mesmas, nomeadamente, Cromatografia de Camada Fina (constituição), RMN (composição química), Microscopia de Varrimento Electrónico (classificação morfológica), o Método Colorimétrico Cielab (cor) e a Espectrofotometria de UV/VIS (fixação e difusão). Analisou-se o “estado da arte” e fez-se um estudo de mercado para se poder concluir a ordem de grandeza dum orçamento viável e todas as soluções que se apresentam são exequíveis, quer em termos de aplicabilidade imediata como a médio prazo. Os resultados obtidos demonstraram que se podia, facilmente e sem acréscimo de custos, substituir-se a técnica artesanal pela estampagem digitalizada. Qualquer mudança tecnológica apresenta alguns custos que se tentaram minimizar recorrendo a estratégias de diminuição de gastos e de reaproveitamento de materiais existente e que estão disponíveis para uso imediato.
Descrição
Tese de mestrado, Química Tecnológica, Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, 2010
Palavras-chave
Bordado da Ilha da Madeira Corantes Impressoras têxteis Pigmentos Teses de mestrado - 2010
