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De-escalação da antibioterapia na sépsis grave e choque séptico numa unidade de cuidados intensivos : estudo epidemiológico no serviço de medicina intensiva do Hospital de Santa Maria

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Resumo(s)

Sepsis and associated syndromes are increasing in prevalence at developed countries where risk factors such as immunosuppression and advanced age with increasing number of co-morbidities are more and more frequent. Even though the number of cases are increasing, the survival rate has also been increasing. A various number of factors can determine the prognosis of patients, such as the de-escalation of antibiotherapy by various authors. De-escalation should be thought of not only as a benefit in direct mortality but also as a policy for cost reduction, decrease in internment time, and prevention against the large specter antibiotic resistant pathogens. This study aims to assess the possibility of de-escalation of antibiotherapy in an intensive care unit of the Hospital de Santa Maria. As general results, on a population of 30 patients with severe sepsis or septic shock we observed a de-escalation rate of 33.3%, which are usual in these types of intensive care units.
A sépsis e síndromes associadas estão em crescente prevalência, sobretudo em países desenvolvidos onde os factores de risco como a imunossupressão e a idade avançada com um número crescente de co-morbilidades são cada vez mais notórios. Apesar da elevação do número de casos, a taxa de sobrevivência tem vindo também a aumentar. Diversos factores podem, neste sentido, favorecer o prognóstico dos doentes, como tem sido demonstrado com a utilização da de-escalação da antibioterapia, por diversos autores. Esta de-escalação deve ser ponderada não só tendo em consideração eventual benefício na mortalidade directa, mas também uma politica de redução de custos, diminuição do tempo de internamento e prevenção de resistência a antibioterapia de largo espectro. Este estudo tem como objectivo a avaliação da possibilidade de de-escalação da antibioterapia numa unidade de cuidados intensivos polivalentes do Hospital de Santa Maria. Como resultados globais num universo de 30 doentes internados com sépsis grave ou choque séptico, observámos uma de-escalação em 33.3% dos casos como é habitual nas unidades deste tipo.

Descrição

Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2014

Palavras-chave

Sépsis grave Choque séptico De-escalação Antibioterapia empírica Cuidados intensivos

Contexto Educativo

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