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Publicação

Uma cartografia das mentalidades : a diplomacia portuguesa na Corte Isabelina

datacite.subject.fosHumanidades::Línguas e Literaturaspt_PT
dc.contributor.advisorSerras, Adelaide Victória Pereira Grandela Meira
dc.contributor.advisorRelvas, Maria de Jesus Crespo Candeias Velez
dc.contributor.authorOliveira, Susana Paula de Magalhães
dc.date.accessioned2018-10-16T14:32:33Z
dc.date.available2018-10-16T14:32:33Z
dc.date.issued2018-06-14
dc.date.submitted2017-11-28
dc.description.abstractNa grande área das Humanidades, em geral, e dos Estudos Ingleses, em particular, o regresso ao período pré-moderno tem vindo a ser cada vez menos frequente. Esta tese pretende contrariar essa corrente e evidenciar como o estudo do Renascimento permite uma melhor compreensão das relações anglo-portuguesas, como estabelece relações significativas de interdisciplinaridade, não só entre as grandes áreas do Conhecimento, mas também com diversas áreas disciplinares, como a História e a Historiografia, a Teoria da Diplomacia, as Relações Internacionais, entre outras. Uma Cartografia das Mentalidades: A Diplomacia Portuguesa na Corte Isabelina centra-se na investigação da correspondência diplomática dos embaixadores portugueses enviados à corte de Inglaterra, entre 1558 e 1581, i.e., desde o início do reinado da monarca Tudor até à saída da corte isabelina do último embaixador português, decorrente do começo da União Ibérica. Serão analisadas as missões dos diplomatas lusos João Pereira Dantas (1559; 1562-63), Manoel d’Araújo (1560-61), Ayres Cardoso (1564), Manuel d’Álvares (1567-68), Francisco Giraldes (1571-78) e António de Castilho (1579-81), segundo três casos principais: o caso económico (Capítulo I), o caso religioso (Capítulo II) e o caso político (Capítulo III). O estudo do corpus de Uma Cartografia das Mentalidades evidencia o papel do Embaixador enquanto ponte metafórica entre o 'Eu' e o 'Outro', responsável por formar, entretecer e determinar o modo como os soberanos pensavam, julgavam e, em última análise, decidiam sobre as matérias de governação. No equilíbrio entre o silêncio e a palavra enunciada encontramos os embaixadores portugueses na corte isabelina: o silêncio forçado por factores externos, como aquele imposto pelo desaparecimento das suas missivas no Grande Terramoto de 1755, mas, acima de tudo, o silêncio imposto pelos próprios, num exercício de contensão, na decisão de escrever nas entrelinhas.pt_PT
dc.description.abstractThe emphasis on the early modern period has become less frequent within the large area of the Humanities, in general, and of the British Studies, in particular. It is the purpose of this thesis to counter such current and to endorse the study of the Renaissance, once it provides a better understanding of the Anglo-Portuguese relations, while it also establishes meaningful interdisciplinary associations, namely among the wide areas of knowledge and subject areas, as History and Historiography, Diplomacy Theory and International Relations. A Cartography of Mentalities: Portuguese Diplomacy in the Elizabethan Court focuses on the study of the diplomatic correspondence authored by the Portuguese ambassadors between 1558 and 1581, i.e., from the beginning of Elizabeth I’s reign until the end of the Portuguese diplomatic representation in England, as a result of the Iberian Union. The missions of the Portuguese ambassadors João Pereira Dantas (1559, 1562-63), Manoel d'Araújo (1560-61), Ayres Cardoso (1564), Manuel d'Álvares (1567-68), Francisco Giraldes (1571-78), and António de Castilho (1579-81) will be analysed according to three main cases: the economic case (Chapter I), the religious case (Chapter II) and the political case (Chapter III). The analysis of the corpus in A Cartography of Mentalities points to the role of the Ambassador as a metaphorical bridge between the 'I' and the 'Other', responsible for shaping and determining the way rulers thought, judged and, ultimately, decided on matters of governance. The reader will encounter the Portuguese ambassadors in the Elizabethan court in the balance between the articulated word and the silence, the latter being either involuntary – such was the case with the Lisbon 1755 earthquake and the disappearance of part of the diplomatic correspondence – or intentional, an exercise of contention, the decision to write between the lines.pt_PT
dc.identifier.tid101441851pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/35099
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectEmbaixadores portugueses - Grã-Bretanha - séc.16 - Correspondênciapt_PT
dc.subjectPortugal - Relações externas - Grã-Bretanha - séc.16 - Fontespt_PT
dc.subjectGrã-Bretanha - Relações externas - Portugal - séc.16 - Fontespt_PT
dc.subjectHistória das mentalidades - Portugal - séc.16pt_PT
dc.subjectTeses de doutoramento - 2018pt_PT
dc.titleUma cartografia das mentalidades : a diplomacia portuguesa na Corte Isabelinapt_PT
dc.typedoctoral thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typedoctoralThesispt_PT
thesis.degree.nameDoutoramento no ramo de Estudos de Literatura e de Cultura, na especialidade de Estudos Inglesespt_PT

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