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Modelos animais e estratégias farmacológicas na cognição e terapêutica da demência de Alzheimer

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Resumo(s)

A demência é uma neurodegeneração subjacente a várias patologias neurodegenerativas, sendo a doença de Alzheimer (DA) a forma mais comum de demência encontrada nos seres humanos. A falta de diagnóstico precoce e de terapêutica farmacológica capaz de evitar a progressão da doença, contribui para o aumento anual da incidência de doentes com DA. A acumulação de péptido Aß em placas amilóides no cérebro, a hiperfosforilação da proteína tau e a formação de NFTs são os mecanismos de patogénese da DA mais reportados nos estudos. Para investigar os mecanismos de patogénese da DA e as alterações cognitivas subjacentes à mesma, são usados modelos animais, principalmente os ratinhos transgénicos. Neste trabalho são abordados os modelos animais mais relevantes bem como as suas características e aplicações. Os fármacos aprovados em Portugal são apenas quatro: galantamina, donepezilo e rivastigmina (inibidores da acetilcolinesterase) e memantina (antagonista do receptor NMDA) e actuam apenas na diminuição da sintomatologia. É urgente a descoberta de novas terapêuticas farmacológicas eficazes na DA de modo a que se diminuam os problemas de saúde pública relacionados com a doença. Nesta monografia serão abordados novos alvos terapêuticos e estratégias farmacológicas para o desenvolvimento de novos fármacos úteis no tratamento da DA.

Descrição

Trabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2014

Palavras-chave

Alvos terapêuticos Demência Doença de Alzheimer Mestrado Integrado - 2014 Modelos Animais Novas Estratégias Farmacológicas

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