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Colonialismo, classe e nação na história do automobilismo angolano (1957-1975)

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Este artigo propõe-se refletir sobre a relação entre o processo de ‘desportivização’ do automobilismo e as motivações que a elite local projetava sobre a modalidade, averiguando de que forma se coadunavam com a ideia da unidade do império. Procura-se explicar como os critérios sociais de entrada neste desporto foram evoluindo e como isso era revelador de rivalidades e dinâmicas económicas mais amplas que moviam os investidores a apostarem na modalidade para promover as suas marcas. A construção do Autódromo de Luanda e a internacionalização das ‘6 horas de Nova Lisboa’ ajudaram a popularizar a modalidade incentivando vínculos identitários locais que ora se articularam com os interesses do governo ora com interesses autonomistas de uma elite local.

Description

Keywords

Automobilismo Autódromo de Luanda Angola colonial

Pedagogical Context

Citation

Gomes, P. (2019). Colonialismo, classe e nação na história do automobilismo angolano (1957-1975). Lusotopie, 18 (1), 12-39

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Brill Academic Publishers

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