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Authors
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Abstract(s)
Este artigo propõe-se refletir sobre a relação entre o processo de ‘desportivização’ do
automobilismo e as motivações que a elite local projetava sobre a modalidade, averiguando de que forma se coadunavam com a ideia da unidade do império. Procura-se
explicar como os critérios sociais de entrada neste desporto foram evoluindo e como
isso era revelador de rivalidades e dinâmicas económicas mais amplas que moviam os
investidores a apostarem na modalidade para promover as suas marcas. A construção
do Autódromo de Luanda e a internacionalização das ‘6 horas de Nova Lisboa’ ajudaram a popularizar a modalidade incentivando vínculos identitários locais que ora se
articularam com os interesses do governo ora com interesses autonomistas de uma
elite local.
Description
Keywords
Automobilismo Autódromo de Luanda Angola colonial
Pedagogical Context
Citation
Gomes, P. (2019). Colonialismo, classe e nação na história do automobilismo angolano (1957-1975). Lusotopie, 18 (1), 12-39
Publisher
Brill Academic Publishers
