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Orientador(es)
Resumo(s)
Uma forma de inovar na simplicidade, em Arquitectura, é usar a geometria dos fractais.
Uma técnica simples de iterativamente chegar a formas fantásticas e muito agradáveis de integrar no desenho de uma obra de arte: sejam edifícios, pontes, jardins, e outros.
Vamos abordar o conceito essencial da geometria dos fractais e analisar exemplos da sua aplicação em edifícios e cidades.
Para isso faz-se uma introdução ao tema pelos primórdios da geometria fractal referindo exemplos como o Conjunto de Cantor (de 1880), e o Triângulo de Sierpinski (de 1915).
Percorrem-se as propriedades dos fractais e as potencialidades desta geometria e analisam-se exemplos de estudos que demonstram que as cidades, e as urbanizações em geral, apresentam características que podem ser explicadas, cientificamente, pela geometria fractal, fazendo-se um paralelo entre as propriedades dos fractais e as dos padrões urbanos, que são idênticas.
As maiores potencialidades desta geometria, em termos arquitectónicos, surge a partir do momento em que é possível gerar computacionalmente fractais (em 1975), cujas formas têm uma beleza incontornável (neste trabalho apresentamos algumas).
Através da criatividade e da compreensão da lógica iterativa desta geometria podem-se obter formas aplicáveis a variadíssimos temas da Arquitectura.
Descrição
Palavras-chave
Fractais Geometria fractal Lógica iterativa
Contexto Educativo
Citação
GANHÃO, Susana Maria Gouveia Rosado - Fractais na arquitectura. Artitextos. Lisboa : CEFA ; CIAUD. ISBN 978-972-9346-12-5. N.º 8 (2009), p. 261-271
Editora
CEFA (Editorial da Faculdade de Arquitectura) + CIAUD (Centro de Investigação em Arquitectura, Urbanismo e Design)
