Publicação
Agricultura urbana: integração de um fenómeno de apropriação espontânea. Porquê e como
| dc.contributor.advisor | Lecoq, Nuno Cara de Anjo | |
| dc.contributor.author | Madeira, Miguel Moniz | |
| dc.date.accessioned | 2016-11-25T10:34:01Z | |
| dc.date.available | 2016-11-25T10:34:01Z | |
| dc.date.issued | 2015 | |
| dc.description | Mestrado em Arquitectura Paisagista - Instituto Superior de Agronomia / UL | pt_PT |
| dc.description.abstract | Este trabalho é desenvolvido numa altura de grandes incertezas em relação à cidade, sociedade, economia, e face a uma importante fase que Lisboa atravessa relativamente à integração das ocorrências espontâneas de agricultura urbana numa estrutura verde à escala da cidade. Perante este cenário, a presente tese tem como objectivos aprofundar o entendimento da agricultura urbana como um fenómeno inserido num complexo processo urbano e convocar questões que fazem da agricultura urbana uma necessidade e uma oportunidade, de forma a discutir novas dinâmicas e lógicas de organização urbanas e sociais, assim como procurar soluções alternativas e complementares a um importante processo de integração da agricultura na cidade de Lisboa. Assim, a tese é estruturada em duas partes que correspondem à resposta a duas questões: porquê integrar e como integrar a agricultura urbana (fenómeno de apropriação espontânea). De forma a responder à questão do „porquê‟, primeiro enquadramos o fenómeno no seio de um complexo processo urbano, trabalhado em 9 características: densidade, heterogeneidade, memória, lugar, estrutura, hierarquia, limite, cidade/campo, espaço social; para depois fazer a discussão sobre certos aspectos da agricultura urbana que, a nosso ver, ilustram a pertinência da sua inclusão num debate mais alargado sobre a cidade. Em resposta à questão do „como‟, fazemos o enquadramento histórico da expansão da cidade de Lisboa, assim com da sua actividade agrícola, apresentamos o trabalho „Potagers urbains de Lisbonne. Recherche sur les jardins potagers urbains. L‟étude Lisboète‟ no qual o autor participou e que estabelece uma forte base de observação da realidade das hortas urbanas em Lisboa, para, num último ponto, se tecerem considerações e se enriquecer a resposta à questão: como integrar o fenómeno de apropriação espontânea que é a agricultura urbana na cidade de Lisboa. Conclui-se que devem ser debatidas e encontradas soluções alternativas e complementares à intervenção municipal | pt_PT |
| dc.identifier.citation | Madeira, M.M. - Agricultura urbana: integração de um fenómeno de apropriação espontânea. Porquê e como. Lisboa: ISA, 2015, 85 p., Anexos | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201847558 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.5/12552 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.publisher | ISA-UL | pt_PT |
| dc.subject | agricultura urbana | pt_PT |
| dc.subject | participação pública | pt_PT |
| dc.subject | processo urbano | pt_PT |
| dc.subject | bottom-up | pt_PT |
| dc.title | Agricultura urbana: integração de um fenómeno de apropriação espontânea. Porquê e como | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
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