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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Se a edição da Cine Qua Non se tem ca-
racterizado por um espaço plural onde
diferentes expressões artísticas se cruzam
livremente, cada vez mais, esta diversidade de textos que viajam em diferentes direcções e sentidos, estabelece a natureza dinâmica que
procuramos imprimir em cada publicação. Textos que implicam diferentes interrogações para logo acrescentarem novas respostas e novas discussões. Como escrever então um editorial para uma publicação com o carácter omnívoro da Cine Qua Non? Um editorial que reúna programas para todas as cores e texturas? Que centrifugue, com a preocupação de vincar, mas não enrugar? Que combine sem medo de tingir? Escrever tal editorial é deixar provar logo depois de enxugar, antes de bainhas feitas e desfeitas. Cabe-nos alinhavar sem pontear, entrelinhar sem tear. Cabe-nos escolher a corda onde os estender. Ao leitor cabe apanhar os textos prontos-a-vestir. Uns compridos, outros curtos, uns decotados, outros abotoados, uns listados, outros estampados. Uns justos, outros rendilhados. Mas sempre sem gravatas.
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Cine Qua Non, nº 3, 2010, p. 7-9
Editora
Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa
