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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Em 1992, Sandercock e Forsyth afirmavam que as mulheres enfrentam
problemas tão importantes nas cidades e na sociedade que as relações de
género não podem continuar a ser ignoradas na teoria e prática do planeamento.
Afirmam as autoras que o estatuto económico das mulheres, a sua mobilidade e
acessibilidade no ambiente construído, as relações entre a produção capitalista
e as relações patriarcais e entre a vida pública e doméstica, como apreendem o
mundo e onde se sentem mais confortáveis ou vulneráveis, são assuntos que a
teoria e a prática do planeamento não discutiu suficientemente.
É a partir desta visão crítica que esta reflexão procura demonstrar como o
planeamento urbano e o ordenamento do território são atividades profundamente
marcadas pela presença e pensamento masculino, revelando como as mulheres
têm sido silenciadas e ignoradas nestes domínios, e que aspetos da teoria
feminista acrescentam conhecimento-ação no planeamento.
Descrição
Palavras-chave
Planeamento e Ordenamento do Território Relações de género Teoria feminista
Contexto Educativo
Citação
Queirós, Margarida (2020). Planear e ordenar o território com perspetiva de género: uma oportunidade para consagrar espaço à sombra? In: Desafíos de la ordenación territorial, planeación integral y gobernanza en Iberoamérica en el siglo XXI (pp. 135-153). Universidad Autónoma del Estado de México
Editora
Universidad Autónoma del Estado de México
