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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Os programas de jovens ocupam hoje um lugar central na oferta educativa de muitos museus internacionais, em particular nos museus de arte contemporânea na América do Norte e no Reino Unido. Alinhados com as características específicas deste grupo etário, enquanto público independente, estes programas podem ser agrupados em três grandes tipologias – pontual, curta duração e longa duração. À dimensão temporal aliam-se objetivos e estratégias específicos que pretendem oferecer aos jovens diferentes possibilidades de acesso e participação nos museus, definindo o que se designa como programação por etapas. No contexto museológico português, o investimento na relação com os jovens, fora do âmbito escolar, é um fenómeno recente, mas em crescimento. Tendo por base a análise dos programas para jovens de cinco instituições da grande Lisboa: o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), a BoCA – Biennial of Contemporary Art, a Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, as Galerias Municipais e o LU.CA – Teatro Luís de Camões, é discutido o potencial de uma programação por etapas interinstitucional.
Descrição
Palavras-chave
Jovens Participação Programação cultural Educação artística
Contexto Educativo
Citação
Silva, C. (2022). Coreografias de participação – Tipologias e potencialidades dos programas de jovens em cinco instituições culturais da grande Lisboa. Cadernos De Sociomuseologia, 64(20), 85 - 93. DOI https://doi.org/10.36572/csm.2022.vol.64.06
