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Orientador(es)
Resumo(s)
Purpose: To present a cross-sectional study that analyzes the associations between whole-body and regional phase angle (PhA) with variables of physical activity (PA) and physical fitness in women newly diagnosed with breast cancer (BC).
Methods: Twenty-six BC patients (50.4 ± 7.4 years; 26.2 ± 7.5 kg/m2) participated in the present research. Whole-body and regional PhA were determined using a bioelectrical impedance analysis device. Dual-energy X-ray was used to assess lean soft tissue mass (LSTM). Handgrip strength and lower-limbs strength were evaluated with a hydraulic hand dynamometer and a force sensor, respectively. An incremental cardiopulmonary exercise test was conducted on a cycle ergometer to assess peak oxygen consumption (VO2peak). Participants used an accelerometer to assess PA and sedentary behavior (SB).
Results: Whole-body PhA was positively associated with both right and left handgrip strength, independently of age, type of cancer, body mass index, and LSTM (β = 0.585; p = 0.001 and β = 0.418; p = 0.026, respectively). The same occurred with upper-limbs PhA (β = 0.695; p < 0.001 and β = 0.531; p = 0.007). No associations were found between whole-body PhA with VO2peak, PA and SB variables in the adjusted models (p ≥ 0.05).
Conclusion: Our results suggest that whole-body and regional PhA is positively associated with handgrip strength and with lower-limbs maximum strength in women newly diagnosed with BC. In the adjusted models, no associations were found with VO2peak, PA and SB outcomes.
Objetivo: Apresentar um estudo transversal que analisa as associações entre o ângulo de fase (PhA) total e regional com variáveis de atividade física (PA), comportamento sedentário (SB) e aptidão física em mulheres recém-diagnosticadas com cancro da mama (BC). Métodos: 26 pacientes com BC (50,4 ± 7,4 anos; 26,2 ± 7,5 kg/m2) integraram este estudo. Os PhA foram determinados com uma bioimpedância. A massa isenta de gordura e osso foi avaliada com a radiografia de dupla energia. A força de preensão manual foi avaliada com um dinamómetro hidráulico de mão e a força dos membros inferiores com um sensor de força. O pico do consumo de oxigénio (VO2peak) foi avaliado com um teste de exercício cardiopulmonar incremental em cicloergómetro. Os participantes utilizaram um acelerómetro para avaliar a PA e o SB. Resultados: O PhA total foi positivamente associado à força de preensão manual direita e esquerda, independentemente da idade, tipo de cancro, índice de massa corporal e massa isenta de gordura e osso (β = 0,585; p = 0,001 e β = 0,418; p = 0,026, respetivamente). O mesmo aconteceu com o PhA dos membros superiores (β = 0,695; p < 0,001 e β = 0,531; p = 0,007). Não foram encontradas associações com o VO2peak, PA e SB nos modelos ajustados (p ≥ 0,05). Conclusão: Os resultados sugerem que os PhA total e regional estão positivamente associados à força de preensão manual e à força máxima dos membros inferiores em mulheres recém-diagnosticadas com BC. Não se encontraram associações com o VO2peak, PA e SB.
Objetivo: Apresentar um estudo transversal que analisa as associações entre o ângulo de fase (PhA) total e regional com variáveis de atividade física (PA), comportamento sedentário (SB) e aptidão física em mulheres recém-diagnosticadas com cancro da mama (BC). Métodos: 26 pacientes com BC (50,4 ± 7,4 anos; 26,2 ± 7,5 kg/m2) integraram este estudo. Os PhA foram determinados com uma bioimpedância. A massa isenta de gordura e osso foi avaliada com a radiografia de dupla energia. A força de preensão manual foi avaliada com um dinamómetro hidráulico de mão e a força dos membros inferiores com um sensor de força. O pico do consumo de oxigénio (VO2peak) foi avaliado com um teste de exercício cardiopulmonar incremental em cicloergómetro. Os participantes utilizaram um acelerómetro para avaliar a PA e o SB. Resultados: O PhA total foi positivamente associado à força de preensão manual direita e esquerda, independentemente da idade, tipo de cancro, índice de massa corporal e massa isenta de gordura e osso (β = 0,585; p = 0,001 e β = 0,418; p = 0,026, respetivamente). O mesmo aconteceu com o PhA dos membros superiores (β = 0,695; p < 0,001 e β = 0,531; p = 0,007). Não foram encontradas associações com o VO2peak, PA e SB nos modelos ajustados (p ≥ 0,05). Conclusão: Os resultados sugerem que os PhA total e regional estão positivamente associados à força de preensão manual e à força máxima dos membros inferiores em mulheres recém-diagnosticadas com BC. Não se encontraram associações com o VO2peak, PA e SB.
Descrição
Palavras-chave
Muscle strength Handgrip strength Cardiorespiratory fitness Sedentary behavior Força muscular Força de preensão Aptidão cardiorrespiratória Comportamento sedentário
