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Publicação

As cerâmicas de engobe vermelho do Castelo de Castro Marim: produção, consumo e comércio na Idade do Ferro Orientalizante Peninsular

dc.contributor.advisorArruda, Ana Margarida,1955-
dc.contributor.authorFreitas, Vera Teixeira de
dc.date.accessioned2013-02-18T15:14:11Z
dc.date.available2013-02-18T15:14:11Z
dc.date.issued2005
dc.descriptionTese de mestrado em Pré-História e Arqueologia apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2006por
dc.description.abstractA cerâmica de engobe vermelho possui uma longa tradição historiográfica, em consequência de ser considerada como um indicador da presença /influência de populações de origem oriental. A sua presença no Castelo de Castro Marim, povoado estrategicamente localizado junto à foz do rio Guadiana, permite corroborar o carácter orientalizante da ocupação sidérica do sítio. O conjunto aqui recolhido foi analisado sob várias perspectivas, efectuando-se, em primeiro lugar, a sua caracterização tipológica, que permitiu reconhecer sete tipos formais, que se desdobram em vários subtipos e suas variantes. De seguida, procurou-se definir e caracterizar os distintos fabricos presentes, propondo-se em alguns casos, uma área de origem. Os dados obtidos foram contextualizados no faseamento sidérico reconhecido no Castelo de Castro Marim, tentando avaliar a evolução morfológica do repertório da cerâmica de engobe vermelho, em conexão com a variação dos grupos de fabrico. A cerâmica de engobe vermelho assume-se como uma categoria cerâmica bastante relevante para a caracterização cronológica de contextos orientalizantes, pelo que se tentou avaliar o seu contributo no enquadramento cronológico da ocupação sidérica de Castelo de Castro Marim. Desta forma, a cronologia proposta para o faseamento baseia-se essencialmente na cerâmica de engobe vermelho, tendo necessariamente que ser revista, quando se integrarem os dados de outros estudos cerâmicos ainda em curso com os resultados das análises arqueométricas. O repertório formal observado na cerâmica de engobe vermelho de Castro Marim da primeira metade do I milénio a.C. assemelha-se aos documentados em vários sítios indígenas orientalizados, salientando-se a presença de algumas formas reconhecidas exclusivamente em âmbitos ditos “Tartéssicos”. Para momentos posteriores, a integração deste sítio no mundo “Turdetano” é, de igual forma, reconhecida através da baixela da cerâmica de engobe vermelho associada à ocupação da segunda metade do I Milénio a.C.por
dc.description.abstractAbstract: Red slip ware has a long historiographic tradition, as it is considered an indicator of the presence/influence of oriental populations in Portuguese territory. Its presence in Castro Marim castle, a strategically implanted settlement in the estuary of Guadiana river evidences the oriental character of its Iron Age occupation. The red slip ware collection there recovered was analysed in a multi-perspective revision, initiated by the typological classification with seven formal types, divided in numerous sub-types and its variants, and amongst other aspects, the establishment of individual fabrics, presenting in certain cases, a possible origin was also discussed. The obtained data of the morphological development of the red ware combined with the distinctive fabric types was also correlated with the established occupation sequence of Castro Marim, since this is a ceramic group with a great relevance for the chronological characterization of oriental contexts. Therefore, the proposed sequence chronology is actually, and without the bases of other ceramic groups in study and the results of arqueometric analysis, essentially supported by the red slip ware. The formal repertory of Castro Marim red slip ware in the first half of I millennium b.C. assembles other documented local settlements under oriental influence, with certain forms exclusively recognized in the so-called “tartessic” environments. In following moments, the association of Castro Marim with the “turdetan” world is also well pointed trough the table ware of the second half of the I millennium b.C.
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/7769
dc.language.isoporpor
dc.subjectIdade do Ferro - Portugalpor
dc.subjectCerâmicapor
dc.subjectEstações arqueológicas - Castro Marim (Portugal)por
dc.subjectTeses de mestrado - 2006por
dc.titleAs cerâmicas de engobe vermelho do Castelo de Castro Marim: produção, consumo e comércio na Idade do Ferro Orientalizante Peninsularpor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor

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