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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Durante a Alta Idade Média, a área abrangida
pelo lote da Rua António Joaquim Granjo, 19 (Casa
dos Mosaicos) recebeu uma ocupação de carácter sepulcral, com expressão em sepultura com múltiplos
enterramentos, desprovidos de espólio. A abertura
da Fossa F7 (C. 3B), durante o período medieval
islâmico, deverá ter afectado o “solo de ocupação”
correlativo da sepultura, uma vez que na interface da
base da referida fossa com a C.4A (Cs. 3B/4A) surgiu
um osso de ovicaprino que forneceu uma data (Beta433476) parcialmente sobreponível às datas das inumações da referida sepultura, mas ligeiramente mais
tardia, ou seja de 1280±30BP. Calibrada a 2 sigma,
obtém-se o intervalo de 665-775 cal AD (Quadro 1,
Figs. 1C e 2). A intercepção da idade radiocarbónica
com a curva de calibração ocorre em três pontos: 690,
750, 760 cal AD, o que aponta para uma forte probabilidade de estarmos perante um evento um pouco
mais tardio que a data obtida para a última deposição
funerária primária (Quadro 1; Figs. 1B e 2), ocorrida
entre 640 e 680 cal AD.
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Soares, J. (2018). VI. Ocupação da Alta Idade Média. Sepultura E7. Cronologia e arquitectura. Setúbal Arqueológica, 17. Caetobriga. O sítio arqueológico da Casa dos Mosaicos 175-180.
