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Publicação

O género marca a diferença : percurso educativo das órfãs da Casa Pia de Lisboa (1833-1889)

datacite.subject.fosDomínio/Área científica::Ciências Sociais::Ciências da Educaçãopt_PT
dc.contributor.advisorFernandes, Rogério, 1933-2010
dc.contributor.authorGouveia, Susete Augusta, 1940-
dc.date.accessioned2017-11-14T13:33:18Z
dc.date.available2017-11-14T13:33:18Z
dc.date.issued2002
dc.descriptionTese de mestrado em Ciências da Educação (História da Educação), apresentada à Universidade de Lisboa através da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, 2002pt_PT
dc.description.abstractA temática estudada sob o título -O Género Marca a Diferença - Percurso Educativo das Órfãs na Casa Pia de Lisboa (1833-1889) - aglutina duas áreas de investigação pouco exploradas no seu conjunto: a educação feminina reportada ao século passado e e referente a um estrato social desfavorecido - as órfãs e a Casa Pia de Lisboa, instituição secular com um vasto campo de acção educativa e assistencial. Esta acção tem concretizado, ao longo dos anos, um ideário solidamente construído a partir de uma dialéctica entre valores, objectivos e finalidades institucionais e a fenomenologia social da população casapiana. O registo conjugado do indivíduo e do colectivo com a marca de um património cultural é assumido e transposto para o dia-a-dia dos educandos, num processo subliminar de interiorização de referenciais significantes. Neste contexto da Casa Pia foram emergindo, com o decorrer do tempo, simbologias formais que facultaram o fortalecimento da individualização e da unidade, com destaque para o símbolo mais conhecido, o ganso. Todas estas situações são também facilitadas pela característica da Casa Pia, de instituição total, segundo Goffmen, porquanto as três funções básicas - dormir, brincar, trabalhar decorrem dentro do espaço institucional. O objectivo do presente estudo deriva da confluência dos dois pólos temático mencionados e centra-se, fundamentalmente, na análise do percurso educativo das órfãs, ainda que referenciada, de forma sistemática, ao processo de ensino (instrução/formação) dos órfãos dentro da Casa Pia de Lisboa. A delimitação cronológica do período em estudo situa-se nos anos de 1833 e de 1889, embora com eventuais incursões anteriores/posteriores no tempo, sempre que se considerar necessário, para melhor compreensão das situações. As datas inicial e final são marcos de extrema importância para a Casa Pia de Lisboa e obviamente para a sua política educativa. Em 1833 ocorreu a reinstalação da Casa Pia no Mosteiro dos Jerónimos, efeméride muito significativa na história da Instituição, porquanto representa o ponto de partida para a Casa Pia actual. O ano de 1889 marca o final do mandato do Provedor Carlos Eugénio de Almeida, que contribui para o processo de reestruturação casapiana, na medida em que seguindo a política de seu pai, ajudou a consolidar a sua acção reformadora. (...)pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/29729
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectEducação femininapt_PT
dc.subjectCasa Pia de Lisboa - 1833-1889pt_PT
dc.subjectOrfãspt_PT
dc.subjectEducação - Históriapt_PT
dc.subjectTeses de mestrado - 2002pt_PT
dc.titleO género marca a diferença : percurso educativo das órfãs da Casa Pia de Lisboa (1833-1889)pt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsrestrictedAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Ciências da Educaçãopt_PT

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