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Autores
Grassi, Marzia
Marinho, Luena
Orientador(es)
Resumo(s)
A mobilidade humana produz
mudanças nas diversas
esferas da vida dos indivíduos
incluindo as suas
relações familiares à distância.
Novas formas de manter
a ligação entre membros da
mesma família dão origem
a modos diferenciados de
conjugalidade, parentalidade
e cuidados aos membros
mais vulneráveis como as
crianças. A partir de entrevistas
realizadas em Angola,
junto de profissionais da
educação, nomeadamente
professores e diretores de
escolas, este artigo procura
destacar as representações
desses profissionais sobre os
efeitos da distância geográfica
entre pais e crianças/jovens/
alunos.
Será realçado os impactos
da separação dos pais é
das crianças em termos de educação. A análise das entrevistas
argumentadas por
género e categoria social dos
alunos revela as representações
sociais dos educadores
escolares sobre as dinâmicas
familiares e os seus
efeitos na educação escolar
das crianças e devolve-nos
uma imagem da cultura
organizacional da família
à distância e da educação
na Angola contemporânea
que parece considerar a
mobilidade humana maioritariamente
nas suas consequências
negativas para
a educação das crianças. As
entrevistas fazem parte de
um conjunto de dados originais
recolhidos junto de observadores
privilegiados do
grupo alvo de um projeto do
ICS-UL (Instituto de Ciências
Sociais da Universidade de
Lisboa) no contexto migratório
Portugal/Angola, sobre
cuidados transnacionais a
crianças.
Descrição
Palavras-chave
Mobilidade Família Angola
Contexto Educativo
Citação
Grassi, M., Marinho, L. (2019). Mobilidade familiar e contexto escolar – o olhar dos educadores escolares angolanos. Collectivus: Revista de Ciencias Sociales, 6(1), 251-276
Editora
Universidad del Atlántico
