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Corpos à Deriva e a Desorientação como Potência

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Considere Loucura como alguém/algo que “procura se desfazer” diante de uma normatividade. O que é “normal” na era da pós-verdade? Esta reflexão apresenta o corpo vigoroso como orientação, usando conceitos como Conatus, potência e autonomia; e como precedente, a obra no limiar entre psicoterapia e arte de Lygia Clark. Observa a racionalidade de corpos complacentes, o primeiro artificial, opositor à loucura, mas como agente reacionário que reforça a normatividade da cultura capitalista, visita como exemplo as obras da exposição AI: More than Human, sobre inteligência da máquina. O segundo corpo, o complacente biológico, sob o obscurantismo do anti-intelectualismo, fake news, ignorância programada por design, da ultradireita, como anúncio do declínio da mente humana no necrocapitalismo. Questiona-se então se há uma resistência na arte, que ativamente não sirva a aspectos interiorizados do capitalismo, radicalmente livre de oportunismo; arte de corpos resilientes, encarando os novos problemas de sobrevivência da humanidade. Como são esses corpos dissidentes, à deriva, nas extra- ordinárias rupturas do começo do século XXI?

Description

Keywords

Desorientação Deriva Loucura Arte Necrocapitalismo

Pedagogical Context

Citation

In: Convocarte, nº10 (set. 2020): Arte e loucura, p. 198-218

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Journal Issue

Publisher

Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa

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